Cinco cuidados para não adoecer durante uma viagem

Por Júlia Clozato
Quando você está em uma viagem – seja em um novo destino ou revisitando um velho – a emoção e a diversão são tão fortes que tu esquece que, a cada instante, o entretenimento podes virar uma dor de cabeça. Ou mais que isso, caso você nem tome várias precauções para evitar ficar doente e estragar o seu passeio.
Aqueles remedinhos caseiros – chá, água, antitérmico, admiração de mãe – são capazes de não funcionar quando você estiver no exterior. Em alguns casos, até acompanhar os critérios mais usuais podem resultar em problemas. Todavia com um pouquinho de planejamento, preparação e entendimento de antecedência sobre o destino que vai visitar, os turistas conseguem permanecer tranquilos que nem ficarão enfermos ao longo da viagem.
Para não deixar que tua merecida folga termine numa excursão não pelos pontos turísticos, contudo pelo hospital, preste atenção nos seguintes cuidados que é ótimo tu tomar durante o tempo que viaja.
Água
Quem vive no Canadá, nos Estados unidos ou em países ocidentais da Europa tem como costume tomar água da pia. É claro que isto é possível só em função dos elevados padrões de segurança da água que sai pelas torneiras desses locais. É só girar e a água virá em sensacional particularidade, livre de bactérias ou algumas substâncias poluentes.
Infelizmente, nem ao menos todo o destino desfruta dos mesmos padrões. Principalmente os países em desenvolvimento, que nem têm esta infraestrutura, fazendo com que a água da torneira seja, no mínimo, comprometida. Efeito: se você consumir, podes ficar doente rapidinho.
Nesses casos, opte por água mineral engarrafada ou, se nem tiver como obter neste momento, considere conduzir uma garrafa que já vem com filtro (custa em torno de US$ trinta na Amazon!).
Sono
A todo o momento é muito estimulante e animador viajar e a aflição por usufruir cada segundo é definitivamente normal, em especial para as pessoas que tem um calendário apertado. Desta maneira, é tradicional que o turista abra mão de suas horas de sono. Entretanto, isso talvez pode ser bem nocivo à saúde, ainda mais se tú apostar pela cafeína para manter-se determinado.
A cafeína também é um “remédio” capaz para combater o jet lag, aquela confusão que fica no momento em que tú viaja entre 2 locais de fusos horários bastante diferentes. Contudo é preciso cuidado, em razão de a substância poderá causar nervosismo, dificuldades de estômago e um desejo contínuo de fazer xixi.
A melhor saída é mesmo uma legal noite de sono. Deixar o descanso em “débito” pode causar cansaço, complexidade de concentração e, claro, muita sonolência no decorrer do dia, comprometendo teu passeio. Faça uma interessante gestão de suas horas de sono e não abuse do café e seu corpo humano funcionará com normalidade.

Comida
O turismo adiciona, várias vezes, pratos típicos do país que tú está visitando. Em alguns destinos, os ingredientes da culinária local são comuns, com os quais você podes ser até familiarizado. Se for por isso, tudo bem.
O problema é quando seu estômago não está acostumado com especiarias e iguarias pouco utilizadas no teu país de origem. É claro que provar a gastronomia local faz quota do pacote, porém uma bacana precaução para evitar um “piriri” estomacal é pesquisar sobre o assunto ela antes. Preste atenção se, entre os ingredientes, nem há nada que possa lhe causar alergia, a título de exemplo.
Sol
Algumas atrações turísticas são ao ar livre. O ambiente agradável poderá causar um futuro pesadelo caso você esqueça de passar o filtro solar.
Queimaduras de sol podem ser graves e promover infecções, fazendo você arder em febre. Evitá-las é muito fácil. Antes de sair para passear, utilize um protetor de fator trinta, reaplicando ao longo do dia (principalmente se for ao longo do verão, em que o suor vai eliminando o protetor aos poucos).
Vacinas
Suas passagens são para um lugar bem exótico e tu até pensou em comparecer ao médico fazer um check up antes do embarque, no entanto acabou não dando tempo. O que pode oferecer falso? Dependendo do destino, tudo, a começar na entrada no país. Se você nem tiver o documento que comprove a vacina, podes ser barrado já no aeroporto.
Alguns países recomendam que o turista tome vacinas específicas antes de viajar. Consulte as exigências no blog do Centro de Controle e Prevenção de Doenças para ver de perto as imunizações recomendadas em cada espaço. Leve essas orientações extremamente a sério, que as doenças podem ser graves e, em casos específicos, até mesmo fatais.
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Final de franquia de malas deve baixar passagens

Se a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) aprovar o término da franquia de bagagens, uma possível consequência é a queda no preço das passagens aéreas. Quem prevê esse cenário é a Associação Brasileira de Organizações Aéreas (Abear), que representa as quatro principais companhias do País: Avianca, Azul, Gol e Latam. Juntas, elas detêm 99% do mercado doméstico.
Se tú não está por dentro da história do final da franquia, a gente lhe situa: a Anac estuda autorizar as corporações aéreas a cobrarem taxa extra para despachar as malas dos passageiros.
Durante lançamento da segunda edição do Guia do Passageiro, livrinho de bolso com orientações gerais a respeito viagens de avião, o presidente da Abear, Eduardo Sanovicz, exemplificou que a liberação dos preços dos bilhetes aéreos, 14 anos atrás, também teve encontro nos preços. Segundo ele, naquela época o preço médio da passagem era de R$ 710 e hoje já caiu para R$ trezentos. O evento aconteceu ontem, terça-feira (vince e seis).
Atualmente, o fundamento obriga as companhias aéreas a transportar bagagem de até 23 quilos por passageiro em voos domésticos e de no máximo 32 quilos para viagens internacionais. Porém, a Anac avalia permitir que cada companhia crie sua própria política de transporte de bagagens. O limite de peso da mala de mão, tais como, poderia ir de 5 quilos para 10 quilos.

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Sanovicz diz que há regras que “só existem no Brasil” e que a maneira como acontece hoje prejudica o passageiro brasileiro, já que sessenta e cinco por cento deles embarcam sem bagagens. “A maioria acaba pagando na minoria”, alerta. A desagregação das passagens também “faria justiça” a estes viajantes.
As aéreas também analisam a circunstância de terminar com a obrigatoriedade da assistência ao passageiro em caso de atrasos em função de clima instável, aeroporto fechado ou outros motivos que não sejam “culpa” da própria organização. Este é mais um ponto da proposta de revisão das Condições Gerais de Transporte, que obteve mais de 1500 sugestões de modificações durante consulta pública consumada em março na Anac.
Depois de a equipe técnica avaliá-las, as propostas seguem ao colegiado para serem enfim transformadas em resolução, porém não há tempo fixado para essa finalidade acontecer.

Ao contrário da Abear, a Associação Nacional em Defesa dos Direitos dos Passageiros do Transporte Aéreo (Andep) acredita que os critérios em estudo pela Anac são capazes de pegar direitos dos passageiros. Eles fazem, em teu blog, um abaixo assinado contra as mudanças, as quais consideram um “retrocesso”. Já são mais de duzentos assinaturas.
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Intercâmbio: os regulamentos para o visto em seis países

O planejamento de um intercâmbio tem várias etapas fundamentais, no entanto providenciar o visto é uma das mais significativas. A maior parte dos destinos procurados por estudantes brasileiros necessita de o visto – e tem tuas regras específicas para emiti-lo.
O responsável na área de matrículas da franquia de intercâmbio Global Study, Kaique Bonini, explicou as peculiaridades dos vistos pros países mais cobiçados por quem deseja aprender no exterior. Com essas informações, com toda certeza ficará mais fácil planejar a tua documentação antes de arrumar as malas.
Vale observar que, independentemente do país escolhido, nem são aceitos passaportes com duração inferior a 6 meses. Então, se o teu passaporte vencer por este período, é melhor solicitar um novo antes mesmo de correr atrás do visto. Estando tudo em ordem, procure uma agência de intercâmbio para achar o suporte necessário para confrontar essa aventura inesquecível.
Irlanda: No ano passado, o governo irlandês divulgou mudanças nas leis para estudantes nem europeus. A maior delas é a redução do tempo de visto. A duração das aulas continua sendo de vinte e cinco semanas, isto é, 6 meses, entretanto o período de férias já nem é equivalente: foi diminuído para 8 semanas. Durante esse tempo, é possível trabalhar quarenta horas semanais, desde que seja feito entre os meses de maio e agosto e de 15 de dezembro a 15 de janeiro. Apesar da diminuição do tempo de cada visto concedido, o estudante poderá renovar seu visto por duas vezes, permanecendo no país como estudante de inglês por, no máximo, dois anos.
O primeiro contato com a imigração será no aeroporto de Dublin. De posse da carta da universidade, confirmando a matrícula e a acomodação, o oficial da imigração lhe dará um visto provisório, que poderá variar entre 30 e noventa dias. Estudantes de cursos de até três meses de duração nem precisam de nenhum outro registro. Porém, estudantes que permanecerão pela Irlanda por período maior que os três meses devem se registrar no escritório geral da imigração no país. O estudante tem até um mês para requisitar a mudança do visto para estudante. A duração do seu visto será estendida até a data do término do teu curso.
Austrália: O motivo da tua viagem é o que manda o tipo de visto australiano que tú terá. Caso pretenda fazer um curso com duração de até doze semanas, é possível pedir o visto de visitante. Já quem pretende aprender por um período mais comprido, precisa pedir o visto de estudo. Esse visto será concedido com validade segundo a duração do curso, mais um mês de férias após o término dos estudos. O estudante ainda terá a permissão de serviço de quarenta horas por quinzena, desde que as aulas já tenham iniciado.
Ao requisitar o visto de estudo para a Austrália, é necessário preencher corretamente os formulários exigidos, ter a confirmação da matrícula – o COE (Confirmation of Enrolment) –, documento emitido pela escola após o pagamento do curso. Será preciso ainda ter um seguro saúde, afirmar recursos financeiros para se conservar no país, além de comprovar vínculos de retorno ao Brasil. Cursos específicos e universitários requerem proficiência pela língua inglesa.
Canadá: O recurso do visto de turista leva até um mês e com ele é possível estudar até vinte e quatro semanas. O visto de estudante só é necessário para as pessoas que vai ficar no país por mais de 6 meses. Em alguns casos, para dominar o documento é necessário atravessar por exames e se consultar com um médico indicado pelo próprio consulado do Canadá. Dependendo do programa escolhido, o estudante terá a permissão para trabalhar, ajudando no custeio de tua estadia.
O modo envolve o preenchimento de 2 formulários, um de residente temporário e um questionário de informações adicionais. Além de imagens, são exigidas ainda cópia da declaração do imposto de renda, extrato bancário e os últimos três holerites. Em caso de estudantes, é exigida ainda cópia de toda a documentação de quem está pagando a viagem, como esta de comprovante de escolaridade. Se for pequeno de idade, é necessária a autorização de viagem dos pais com firma conhecida.

NEC Corporation of America rua .com / CC BY
Estados unidos: Para alguns tipos de cursos com carga horária mais intensiva, superior a 18 horas por semana, é preciso o visto de estudante e quem oferece o principal documento são as próprias instituições de ensino. Um deles é o Formulário I-vinte, enviado até quatro semanas após a sua matrícula. Após o recebimento desse formulário, tú necessita se mostrar no SEVIS (Sistema de Informações sobre isso Estudantes e Participantes de Intercâmbio). Com este registro, você deverá pagar uma taxa de em torno de US$ duzentos. Além nesse registro, será preciso preencher outro formulário, o DS-160.
Também é necessário agendar uma entrevista no consulado americano. No dia da entrevista, suave o formulário DS-160, o passaporte, a página de confirmação de preenchimento adequado do formulário da solicitação do visto, o formulário I-vinte, o recibo de pagamento da taxa SEVIS e duas fotos 5×5 recentes. Seja sincero e sereno para nem teu visto não ser rejeitado.
Cabe enfatizar que existem alguns diversos tipos de vistos de estudante nos EUA. O destinado a programas de intercâmbio educacional ou cultural com mais de dezoito horas de estudo por semana é o J-1.
Nova Zelândia: O prazeroso desse destino é que para cursos de até três meses nem é necessário requisitar o visto antes de embarcar. Ao entrar ao país e exibir os documentos exigidos, será concedido um visto de turismo. Mas, se tu pretende realizar um curso de período integral com duração superior a três meses precisa entrar em contato com a imigração. Da mesma forma o Canadá, o país também dá permissão de trabalho para cursos com mais de doze semanas. Os documentos solicitados são passaporte, uma foto recente, o formulário online para visto devidamente preenchido, tal como o formulário de financial undertaking, assinado na pessoa que estiver financiando o curso e pelo gerente de seu banco.
É necessário ainda recibo da faculdade comprovando pagamento integral do curso, garantia de acomodação com endereço onde o aluno vai ficar hospedado, extratos bancários dos seis meses anteriores à aplicação do visto, imposto de renda e holerite, garantia de seguro saúde/viagem e a cópia da passagem aérea (ida e volta). Quem fica por mais de 6 meses, tem que ainda de exames médicos
Emirados Árabes: A solicitação do visto pros Emirados Árabes é feita de uma maneira bem desigual da que estamos habituados.
Com a matrícula é iniciado o procedimento de permissão de entrada no país e a instituição de ensino de inglês é quem concede o visto e tem o papel de sponsor ou patrocinador. Segundo o consulado, os patrocinadores ficam responsáveis pelos visitantes.
Pros vistos de curta permanência é exigido o depósito reembolsável se $ 275. Neste momento, se a vontade for ficar no País por um ano, o aluno precisa obter o ID com o tempo de visto. Em Dubai, também é possível trabalhar com o visto de estudante.

Alegrias e desafios de viajar com o pet

De um ano para cá, o consultório do veterinário Roberto Monteleone, em São Paulo, recebeu um acréscimo na visita de cães e gatos em preparo para viajar ao exterior. Ele é um dos poucos na cidade que domina na prática como é criterioso o modo para levar o animal para outro país. São vacinas, passaporte, atestado de saúde, remédios, determinação e paciência para atender às regras de cada destino, sabendo que cada detalhe falso podes prolongar o preparo e requerer mais dinheiro.
, comenta Monteleone. Ele já preparou bichos para os mais diferentes lugares, como Noruega, África do Sul e Japão. E explica que esse controle acontece visto que diversos países não tem a raiva ou novas doenças transmissíveis pelos animais, como é o caso do Brasil. Assim a indispensabilidade de evidenciar o quadro de saúde dos mesmos. Para a raiva, por exemplo, é preciso provar que o bicho construiu anticorpos contra a doença antes de viajar.
Além da raiva, o pet recebe microchip para identificação, recebe o próprio passaporte e ainda deve fazer um último checape com o veterinário que comprove a condição de saúde dele. Os procedimentos são verificados pelo Sistema de Vigilância Agropecuária Internacional (Vigiagro), do Ministério da Agricultura, que recebe toda a papelada e faz entrevista com o dono do animal alguns dias antes da viagem. Se for liberado, é emitido o Certificado Zoossanitário Internacional (CZI), que diz que o bichinho está pronto para partir.
Cada país tem a tua exigência de documentos que serão solicitados na alfândega ao desembarcar no aeroporto. E cada companhia aérea também tem suas especificações para transportar o pet, seja na cabine ou no porão, quando despachado. O de anão porte até poderá destinar-se na cabine, perto com o proprietário. Já pro superior é preciso pagar até classe executiva, caso a companhia aceite. Antes da viagem, o animal recebe alimentação específica, como um soro energético para compor os nutrientes durante o período em jejum. Pro caso de bichanos mais agitados, também pode ser preparado um remédio tranquilizante. Estes procedimentos são feitos segundo o animal, porte e tempo de viagem, sempre sob orientação do veterinário.

-o primeiro passo é checar como está a saúde do teu animal e tratá-lo para que possa se condizer às normas de embarque;
-verifique perto ao consulado do país de destino quais são os documentos necessários para aceitar a entrada;
-inicie os procedimentos de preparo do seu bicho, como implantação de microchip, carteira de vacinação contra a raiva e exames;
-pesquise de que forma as companhias aéreas transportam animais e atente para o procedimento em caso de conexão;
-separe os documentos para conduzir com você, se tem que estar em inglês ou na língua do país de destino;
-informe-se sobre isso as caixas de transporte de acordo com o que a companhia aérea escolhida aceita;
-assim como este você tem o teu kit de remédios emergenciais, suave os do pet também para utilizar em terra em caso de inevitabilidade;
-para mais informações, visite a seção de dúvidas e respostas do Ministério da Agricultura: http://bit.ly/1LVgOib

Como são as notas verdadeiras de real e peso argentino

Não é difícil entender alguém que já tenha recebido dinheiro incerto, em tal grau no Brasil como em outros países. Vários repassam adiante sem saber que estão com uma nota falsa na carteira. Isto já que na pressa de sair do banco ou do comércio a pessoa não se atém em analisar a autenticidade da mesma. E mesmo quem esteja em viagem tem que se preocupar para não tomar prejuízo. O nosso blog já postou previamente sobre isto como identificar notas verdadeiras de euro e libra esterlina e também de dólar americano (saiba a cotação de hoje). Acesse a escoltar como discernir o peso argentino e o real:
Segundo o Banco Central da República Argentina (BCRA) esclarece que falsificadores recorrem à mistura de equipamentos e tintas diferentes das usadas na produção genuína. Tudo para chegarem o mais próximo possível da aparência da nota original. Um tipo de liga industrial é o latão, feito de cobre e zinco. Entre as principais características das moedas falsas são a inexistência de fatos nos desenhos e textos assim como na centralização das imagens. Os pontinhos no decorrer da borda, chamados de “pérolas”, são deformados e a superfície do papel traz outras imperfeições.
Quanto às notas, os elementos a serem observados são:
– a marca d’água representa a todo o momento o mesmo personagem que estampa a nota;
– no canto superior esquerdo, o número proporcional ao valor da nota tem tinta ótica variável. Ela varia de verde para azul conforme o ângulo. Pela nova nota de cinquenta pesos esta tinta aparece no Sol de Maio, emblema presente pela bandeira nacional;
– o filete de segurança possui tracejados prateados e, contra a luminosidade, exibe as iniciais do banco argentino (BCRA) com o número do valor da nota. Esta variação aparece nas notas de 10 pesos e de valor acima. A nova nota de cem pesos retém as letras iniciais do banco e a sombra do retrato da atriz e líder política Impede Perón, que estampa a cédula. As notas falsas nem possuem nenhuma descrição;
– o retrato do protagonista que aparece pela nota retém impressão em grande-relevo, perceptível ao toque;
– todas as notas possuem microimpressão em teu conteúdo, que podem ser observados com lupa. As notas mais baixas têm iniciais do banco como preenchimento do número do valor no canto inferior direito. Pela nova cédula de 50 estão descritos os nomes das ilhas estampadas e menores peixes que dão a cor azulada ao fundo;
– do mesmo jeito o real, as notas também possuem imagens latentes, como na de cem pesos, em que aparece as iniciais E e P (de Evita Perón) dentro de uma flor e só poderá ser visão contra a luz.
O Banco Central do Brasil nem se responsabiliza pela troca de dinheiro falsificado. A responsabilidade é da instituição que a vendeu. Um exemplo foi o caso recente de pessoas que adquiriram dólar no Banco do Brasil, em Recife, Pernambuco. A instituição reconheceu ter recebido o dinheiro falsificado e ressarciram os clientes que receberam as notas.
O dinheiro suspeito entregue ao banco é analisado pelo Banco Central e, caso seja inexato, ele nem troca, ou seja, tú perde aquele valor. Do mesmo modo a lei nos Estados unidos, repassar uma nota adiante ciente que ela seja falsificada é considerado crime, mesmo que tenha recebido sem saber de tua autenticidade. A pena poderá ser de 6 meses a 2 anos de prisão. Se receber uma nota falsa no banco, diga com o gerente da agência para que a nota seja trocada. Caso não tenha nenhuma resposta que solucione a questão, vá a uma delegacia marcar boletim de ocorrência. E se estiver em qualquer estabelecimento e perceber que a nota é falsa, tu pode recusá-la. Oriente a pessoa que a repassou que suave a um banco para que possa ser analisada pelo Banco Central.
Nas notas do Real, verifique:
– a grossura da nota em relação ao papel comum e o grande-relevo;
– pela primeira família do Real, a marca d’água (para que pessoas olha a nota pelo lado da numeração) fica no lado esquerdo, com figuras da República, da bandeira nacional ou dos animais que a ilustram. Já pela segunda família, produzida em 2010, veja pra nota pelo lado com a efígie e verifique a figura dos animais de cada nota em miniatura;
– imagem latente é aquela que você vê quando coloca a nota pela posição horizontal pela altura dos olhos. Conseguem mostrar-se as letras B e C ou o número do valor da nota;
– o símbolo das Armas Nacionais tem que aparecer nos 2 lados das notas mais antigas, de 1996, no momento em que colocadas contra a luz;
– a faixa holográfica nas notas mais novas de R$ 50 e R$ cem ganham cores ao movimentá-las.
Para saber como distinguir uma nota pelos itens de segurança, o Banco Central construiu o aplicativo Dinheiro Brasileiro, disponível para Android e iPhone.

Viagem ao Panamá: preparativos e plano de viagem

Se, pois, amigos, está aqui o verão, uma data em que nós nos movemos muito e já andamos com os preparativos de uma grande viagem, que nos levará desta vez para uma parte do mundo que não conhecemos e que parece mais do que interessante: américa Central. Vamos 17 dias de viagem para o Panamá e andamos com esse arrepio que eu gosto e entusiasmo de conhecer um país e uma cultura diferente. Eu tenho que admitir que não estava em meus planos de viajar para o Panamá, mas quanto mais eu leio, mais eu gosto do destino que escolhi. Digo a grandes traços, como estou organizando minha viagem para o Panamá, os preparativos, o meu plano de viagem e o que estou descobrindo esses dias o que eu acho que será uma viagem a um país fascinante e de natureza exuberante.
Porque O Panamá?
Basicamente, porque depois de duas grandes viagens, seguidos do sudeste asiático ( Laos–Camboja e Singapura–Malásia) queria mudar completamente de ares e de cultura. África, américa do Sul e américa Central estavam nas primeiras posições e como me falta tanto mundo para ver, o país dava-me um pouco mesmo e por meus sonhos vagou por Botswana, Namíbia, Tanzânia, Peru, Colômbia e Guatemala. Um bom dia e de acaso, à procura de vôos baratos com skyscanner, um dos navegadores que uso, me deparei com um voo Panamá por 490 euros e demorou um pouco e decidir. Meu bolso manda já que ultimamente está o pobre muito frustrado com o máximo sua viagem. A Air France voa da França até a Cidade do Panamá com muita frequência e costumam tirar ofertas em seus vôos, ou ao menos essas datas. Em menos que canta um macaco já estava procurando o que oferece panamá. E vá se oferece!
Províncias do Panamá
Panamá está dividido em 10 províncias, das quais, obviamente, será impossível pisarlas todas em 18 dias. A parte leste do país, não vamos pisar, não nos convence, já que, por exemplo, Darién é uma área de selva algo conflitante ( parece que há algum coletazo de Farc e guerrilha) e por isso queremos nos concentrar nas províncias do Panamá Oeste, Guna Yala, Coclé, Veraguas, Chiriquí e Bocas del Toro. Veremos quais acabamos pisando.

Mover-me em Panamá
O transporte público será nosso principal meio de transporte, mas não descartamos alugar um carro para passar alguns dias para o nosso ar. A estrada principal que atravessa o país é a pan-americana, essa grande via de mais de 25.000 kms que vai desde o Alasca até Buenos Aires ( na verdade, há um trecho cortado ao leste do Panamá pela selva) e será por onde nos movimentemos, principalmente, para chegar às grandes cidades. Depois haverá que conhecer outras estradas mais pequenas e temo que, barradas pela época de lluvías em que eu estou indo para o Panamá ( Julho).
Que eu quero ver e fazer na cidade do Panamá
Natureza selvagem, praias de sonho, recônditas selvas, atividades ao ar livre, rica cultura, povoados indígenas, interessante fauna e flora, a rica gastronomia…. Parece que o Panamá oferece muito ao visitante e espero que supere as expectativas que eu tenho colocadas neste país. O meu plano de viagem é apenas um esboço e não tenho nada fechado, exceto as duas primeiras noites em um alojamento económico. Eu quero estar um par de noites em Panama City para explorar um pouco a cidade, conhecer o canal das eclusas de Miraflores, eu adoraria visitar a tribo dos Emberá no Parque Nacional Chagres para saber como vivem ( parece que visitá-los, é muito caro) e desfrutar desse paraíso chamado arquipélago de San Blas, que sobreviva em uma ilha deserta.
Conhecer o valle de Antón, um dos povos mais queridos no Panamá, ir para a província de Chiquirí e chegar até o Vulcão Barú, o mais alto do Panamá, bañarme no oceano Pacífico, na praia da Barqueta, conhecer o estado de Veraguas, visitar a cidade de Boquete, cheia de café e plantações de flores e onde eles dizem que a primavera é eterna, cruzar se é possível a fronteira com a Costa Rica e visitar o Parque Nacional de Corcovado e acabar a viagem e o destino estrela do Panamá: Bocas del Toro. É claro que eu quero falar com as pessoas, conhecer sua cultura, provar a sua gastronomia ( ceviche incluído, que sabeis que gostam de provar a gastronomia dos países que visito), fazer rafting em algum rio, ver animais selvagens na selva, caminhadas, observação de baleias ou golfinhos, tartarugas e tudo o que se tercie. Veremos então se eu sou capaz de fazer tudo que me proponho.

Meu ( possível) itinerário
Como costuma acontecer quando eu viajar sem a família, eu gosto de deixar um pouco a viagem para a improvisação, mas sempre com algumas idéias do que quero visitar e locais que não quero perder. Mas de fechar todos os hotéis e visitas antes da viagem, nada de nada. Sobre a marcha o plano pode mudar e eu acho que isso dá à viagem muito mais vida, já que estar escravizado, com itinerário fixo, e com cerca de propriedades específicas a cada dia me seduz menos. Prefiro chegar ao lugar, veja eu mesmo o alojamento, a área onde está localizado, o preço ( que costuma ser mais barato que enquanto o contratando online) e escolher, ver as possíveis excursões na área, pedir conselho a um local….. Talvez alquilemos um carro para passar alguns dias em nosso ar, mas prefiro verificar in loco se é possível fazê-lo.
Em Tripline criei um pequeno mapa com a ideia que tenho em mente, embora a certeza confirmarei modificando alguma coisa sobre a marcha. Deixo aqui.
Preços
Parece que os preços no Panamá são mais altos do que o esperado, especialmente as excursões. O Balboa é a moeda oficial, mas o dólar é, na verdade, o que manda no Panamá ( têm o mesmo valor). Quarto duplo em um hostel pode sair por cerca de 20-25 dólares, uma refeição em um local meio cerca de 4 dólares, o autocarro a cerca de 0,20 dólares, uma cerveja nacional 2 dólares…..Pelo o que vejo o que custa mais são passeios, guias, carro com motorista, ou atividades de turismo de aventura como o rafting ou o canopy). Tem que pagar a entrada dos Parques Nacionais, ainda não é muito e, por exemplo, no archipieleago de San Blas, tem que pagar os índios kuna uma taxa para entrar em suas terras.
Costa Rica, talvez,
Não sabemos se vamos atravessar a fronteira para conhecer algum parque Nacional da Costa Rica, depende dos dias e da marcha da viagem. Eu gostaria muito de conhecer algum parque da zona sul, próxima ao Panamá, como o Parque Nacional de Corcovado ou o Parque Nacional Tortugero. Vamos ver se, no final, o fazemos porque acho que só no Panamá há muito que ver.
O que levar
O clima na cidade do Panamá é variado, possui um clima tropical em suas terras mais baixas e um clima temperado em suas terras altas, pelo que haverá que levar, além do fato de banho e roupas de verão, algo de manga longa para as zonas altas, onde as temperaturas podem cair de 1º graus. E ao ir em época de lluvías teremos que levar o nosso guarda-chuva e um calçado apropriado para andar muito pela floresta.
Avisos
Parece que o Panamá é um país tranquilo, mas como costuma acontecer nas grandes cidades, há bairros em que é melhor não entrar, sobretudo em horas noturnas. Também tenho lido por aí que se dão alguns roubos se você vai de carro, assim que você tem que ir com cuidado se alguém se aproxima dele ou se fazem sinais de parar do outro carro, porque suas intenções não são nada boas. Vamos com cautela e bom senso.
Vacinas para o Panamá, kit e seguro de viagem
As autoridades do Panamá não exigem nenhuma vacina salvo a de febre amarela e para as pessoas que vêm de países com risco de contágio e recomendável se você vai para as comarcas de Emberá e Kuna Yala. A Europa não é o caso. Saúde exterior recomenda algumas vacinas como a da hepatite a e B, o cólera e o tétano. Todas as temos.
Sempre que vou fazer uma viagem de mais de 15 dias de duração gosto de levar um kit de viagem, bem completo, e mais ainda se eu vou andar pela selva ou fazer atividades que envolvam algum risco. Não é demais e ocupa pouco em minha bagagem. Se vos pedir que levar um kit de viagem, lançai um olhar para o post que publiquei há algum tempo. Também vamos com seguro de viagem ( eu voltar a confiar em IATI seguros) embora ójala não ter que usá-lo.
Resursos online para preparar um viagem para a cidade do Panamá
A página oficial de turismo de Panamá tem sido a principal fonte para informar-me de esta viagem, sem esquecer os blogs, que oferecem tão boa e fresca informações sobre o destino. Deixo-vos algumas páginas que me foram de grande ajuda para preparar esta viagem:
– Visit Panamá: Página oficial da República de Panamá.
– Panama info: guia on-line de Panamá.
– Viajar e coisas assim: blog de viagens de um Panamenho com muita info util.
– Guia de viagem para o Panamá em Viajablog.
– Blog de Viagens e fotografia.
– O lobo Bobo, blog de viagens.
– Viaxadoiro, blog de viagens.
– Panama travel Unlimited: agência para contratar passeios e tours.
E é isso amigos. Só me restam algumas horas para preparar a mochila e pôr em marcha assim que quando você ler isso provavelmente já estarei no caminho. Espero vós trazerdes excelentes experiências e bons lugares para recomendar, porque a partir de então, Panamá e suas gentes me dão muito boa espinha…..

Se, pois, amigos, está aqui o verão, uma data em que nós nos movemos muito e já andamos com os preparativos de uma grande viagem, que nos levará desta vez para uma parte do mundo que não conhecemos e que parece mais do que interessante: américa Central. Vamos 17 dias de viagem para o Panamá e andamos com esse arrepio que eu gosto e entusiasmo de conhecer um país e uma cultura diferente. Eu tenho que admitir que não estava em meus planos de viajar para o Panamá, mas quanto mais eu leio, mais eu gosto do destino que escolhi. Digo a grandes traços, como estou organizando minha viagem para o Panamá, os preparativos, o meu plano de viagem e o que estou descobrindo esses dias o que eu acho que será uma viagem a um país fascinante e de natureza exuberante. 
Porque O Panamá? 
Basicamente, porque depois de duas grandes viagens, seguidos do sudeste asiático ( Laos–Camboja e Singapura–Malásia) queria mudar completamente de ares e de cultura. África, américa do Sul e américa Central estavam nas primeiras posições e como me falta tanto mundo para ver, o país dava-me um pouco mesmo e por meus sonhos vagou por Botswana, Namíbia, Tanzânia, Peru, Colômbia e Guatemala. Um bom dia e de acaso, à procura de vôos baratos com skyscanner, um dos navegadores que uso, me deparei com um voo Panamá por 490 euros e demorou um pouco e decidir. Meu bolso manda já que ultimamente está o pobre muito frustrado com o máximo sua viagem. A Air France voa da França até a Cidade do Panamá com muita frequência e costumam tirar ofertas em seus vôos, ou ao menos essas datas. Em menos que canta um macaco já estava procurando o que oferece panamá. E vá se oferece! 
Províncias do Panamá 
Panamá está dividido em 10 províncias, das quais, obviamente, será impossível pisarlas todas em 18 dias. A parte leste do país, não vamos pisar, não nos convence, já que, por exemplo, Darién é uma área de selva algo conflitante ( parece que há algum coletazo de Farc e guerrilha) e por isso queremos nos concentrar nas províncias do Panamá Oeste, Guna Yala, Coclé, Veraguas, Chiriquí e Bocas del Toro. Veremos quais acabamos pisando. 

Mover-me em Panamá 
O transporte público será nosso principal meio de transporte, mas não descartamos alugar um carro para passar alguns dias para o nosso ar. A estrada principal que atravessa o país é a pan-americana, essa grande via de mais de 25.000 kms que vai desde o Alasca até Buenos Aires ( na verdade, há um trecho cortado ao leste do Panamá pela selva) e será por onde nos movimentemos, principalmente, para chegar às grandes cidades. Depois haverá que conhecer outras estradas mais pequenas e temo que, barradas pela época de lluvías em que eu estou indo para o Panamá ( Julho). 
Que eu quero ver e fazer na cidade do Panamá 
Natureza selvagem, praias de sonho, recônditas selvas, atividades ao ar livre, rica cultura, povoados indígenas, interessante fauna e flora, a rica gastronomia.... Parece que o Panamá oferece muito ao visitante e espero que supere as expectativas que eu tenho colocadas neste país. O meu plano de viagem é apenas um esboço e não tenho nada fechado, exceto as duas primeiras noites em um alojamento económico. Eu quero estar um par de noites em Panama City para explorar um pouco a cidade, conhecer o canal das eclusas de Miraflores, eu adoraria visitar a tribo dos Emberá no Parque Nacional Chagres para saber como vivem ( parece que visitá-los, é muito caro) e desfrutar desse paraíso chamado arquipélago de San Blas, que sobreviva em uma ilha deserta. 
Conhecer o valle de Antón, um dos povos mais queridos no Panamá, ir para a província de Chiquirí e chegar até o Vulcão Barú, o mais alto do Panamá, bañarme no oceano Pacífico, na praia da Barqueta, conhecer o estado de Veraguas, visitar a cidade de Boquete, cheia de café e plantações de flores e onde eles dizem que a primavera é eterna, cruzar se é possível a fronteira com a Costa Rica e visitar o Parque Nacional de Corcovado e acabar a viagem e o destino estrela do Panamá: Bocas del Toro. É claro que eu quero falar com as pessoas, conhecer sua cultura, provar a sua gastronomia ( ceviche incluído, que sabeis que gostam de provar a gastronomia dos países que visito), fazer rafting em algum rio, ver animais selvagens na selva, caminhadas, observação de baleias ou golfinhos, tartarugas e tudo o que se tercie. Veremos então se eu sou capaz de fazer tudo que me proponho. 

Meu ( possível) itinerário 
Como costuma acontecer quando eu viajar sem a família, eu gosto de deixar um pouco a viagem para a improvisação, mas sempre com algumas idéias do que quero visitar e locais que não quero perder. Mas de fechar todos os hotéis e visitas antes da viagem, nada de nada. Sobre a marcha o plano pode mudar e eu acho que isso dá à viagem muito mais vida, já que estar escravizado, com itinerário fixo, e com cerca de propriedades específicas a cada dia me seduz menos. Prefiro chegar ao lugar, veja eu mesmo o alojamento, a área onde está localizado, o preço ( que costuma ser mais barato que enquanto o contratando online) e escolher, ver as possíveis excursões na área, pedir conselho a um local..... Talvez alquilemos um carro para passar alguns dias em nosso ar, mas prefiro verificar in loco se é possível fazê-lo. 
Em Tripline criei um pequeno mapa com a ideia que tenho em mente, embora a certeza confirmarei modificando alguma coisa sobre a marcha. Deixo aqui. 
Preços 
Parece que os preços no Panamá são mais altos do que o esperado, especialmente as excursões. O Balboa é a moeda oficial, mas o dólar é, na verdade, o que manda no Panamá ( têm o mesmo valor). Quarto duplo em um hostel pode sair por cerca de 20-25 dólares, uma refeição em um local meio cerca de 4 dólares, o autocarro a cerca de 0,20 dólares, uma cerveja nacional 2 dólares.....Pelo o que vejo o que custa mais são passeios, guias, carro com motorista, ou atividades de turismo de aventura como o rafting ou o canopy). Tem que pagar a entrada dos Parques Nacionais, ainda não é muito e, por exemplo, no archipieleago de San Blas, tem que pagar os índios kuna uma taxa para entrar em suas terras. 
Costa Rica, talvez, 
Não sabemos se vamos atravessar a fronteira para conhecer algum parque Nacional da Costa Rica, depende dos dias e da marcha da viagem. Eu gostaria muito de conhecer algum parque da zona sul, próxima ao Panamá, como o Parque Nacional de Corcovado ou o Parque Nacional Tortugero. Vamos ver se, no final, o fazemos porque acho que só no Panamá há muito que ver. 
O que levar 
O clima na cidade do Panamá é variado, possui um clima tropical em suas terras mais baixas e um clima temperado em suas terras altas, pelo que haverá que levar, além do fato de banho e roupas de verão, algo de manga longa para as zonas altas, onde as temperaturas podem cair de 1º graus. E ao ir em época de lluvías teremos que levar o nosso guarda-chuva e um calçado apropriado para andar muito pela floresta. 
Avisos 
Parece que o Panamá é um país tranquilo, mas como costuma acontecer nas grandes cidades, há bairros em que é melhor não entrar, sobretudo em horas noturnas. Também tenho lido por aí que se dão alguns roubos se você vai de carro, assim que você tem que ir com cuidado se alguém se aproxima dele ou se fazem sinais de parar do outro carro, porque suas intenções não são nada boas. Vamos com cautela e bom senso. 
Vacinas para o Panamá, kit e seguro de viagem 
As autoridades do Panamá não exigem nenhuma vacina salvo a de febre amarela e para as pessoas que vêm de países com risco de contágio e recomendável se você vai para as comarcas de Emberá e Kuna Yala. A Europa não é o caso. Saúde exterior recomenda algumas vacinas como a da hepatite a e B, o cólera e o tétano. Todas as temos. 
Sempre que vou fazer uma viagem de mais de 15 dias de duração gosto de levar um kit de viagem, bem completo, e mais ainda se eu vou andar pela selva ou fazer atividades que envolvam algum risco. Não é demais e ocupa pouco em minha bagagem. Se vos pedir que levar um kit de viagem, lançai um olhar para o post que publiquei há algum tempo. Também vamos com seguro de viagem ( eu voltar a confiar em IATI seguros) embora ójala não ter que usá-lo. 
Resursos online para preparar um viagem para a cidade do Panamá 
A página oficial de turismo de Panamá tem sido a principal fonte para informar-me de esta viagem, sem esquecer os blogs, que oferecem tão boa e fresca informações sobre o destino. Deixo-vos algumas páginas que me foram de grande ajuda para preparar esta viagem: 
– Visit Panamá: Página oficial da República de Panamá. 
– Panama info: guia on-line de Panamá. 
– Viajar e coisas assim: blog de viagens de um Panamenho com muita info util. 
– Guia de viagem para o Panamá em Viajablog. 
– Blog de Viagens e fotografia. 
– O lobo Bobo, blog de viagens. 
– Viaxadoiro, blog de viagens. 
– Panama travel Unlimited: agência para contratar passeios e tours. 
E é isso amigos. Só me restam algumas horas para preparar a mochila e pôr em marcha assim que quando você ler isso provavelmente já estarei no caminho. Espero vós trazerdes excelentes experiências e bons lugares para recomendar, porque a partir de então, Panamá e suas gentes me dão muito boa espinha.....

Vantagens de optar por aluguel de temporada ao invés de hotel

Escolher um hotel, albergue ou pousada são as primeiras opções que vêm à cabeça no momento em que você viaja e pensa no tipo de hospedagem. Todavia nem são as únicas. Há uma nova modalidade que vem conquistando os brasileiros na hora de escolher onde permanecer durante uma viagem ao exterior: o aluguel por temporada.
Talvez esse tipo de hospedagem tenha se popularizado em função do sucesso do aplicativo AirBnb, contudo blogs de viagens também têm colhido esse fruto. A busca mundial do portal Booking.com aumentou em sessenta e seis por cento em 2015, segundo busca realizada pelo próprio website, líder global em conectar viajantes com a maior variedade de lugares para se hospedar e também a pioneira em oferecer aluguéis de temporada.
O caso de hotéis serem um pouco impessoais levaram os turistas a procurarem por novas experiências – e por lugares que refletem melhor tuas personalidades. Os apartamentos foram a hospedagem mais reservada pelos usuários do Booking para passeios entre cinco a vinte e um de agosto. Por que toda humanidade gosta de uma acomodação nesse tipo? Confira:
1. É cômodo: Tu prefere ter só um quarto ou uma residência inteira para descansar no tempo em que viaja? A segunda possibilidade traz mais comodidade. Tu poderá dormir no quarto, ter autonomia pela cozinha e relaxar na sala após um dia incrível de bateção de pernas. Outta vantagem é a probabilidade de acomodar mais gente e passar mais tempo com seus parceiros de viagem, seja família ou amigos.

Visualhunt.com
2. É econômico: Já que você tem uma cozinha à disposição, saiba que fazer compras no mercado e cozinhar “em casa” poderá trazer extenso economia para teu orçamento de viagem. Fazendo isso, tú podes poupar para comparecer uma ou duas vezes em restaurantes mais conhecidos (e de maiores preços) ao invés gastar comendo qualquer coisa fora. Além disso, ter a cozinha também é ótimo para quem tem alergias a alguns alimentos, para quem é vegano ou tem novas necessidades alimentares específicas, que não é preciso atravessar horas à pesquisa de um recinto que ofereça uma refeição do jeito que prefere ou precisa.
3. Dá para se sentir um nativo: Ficando fora das redondezas dos hotéis, tu poderá até estar mais distante fas atrações turísticas, mas podes ter a chance de se notar como alguém nativo do recinto. Escolha, por exemplo, uma moradia ou apartamento que fique em um bairro mais residencial, para acompanhar como é a rotina e a vida pela cidade para as pessoas que está lá o ano inteiro. Claro que os pontos turísticos são consideráveis, contudo nesses casos realmente compensa permanecer um pouco mais afastado e usar transporte público para aparecer até eles.
4. Dá para trabalhar com mais segurança: Muita gente viaja frequentemente a negócios, e nada pior do que trabalhar dependendo do wi-fi instável dos hotéis. Em locais disponíveis para aluguel por temporada, este dificuldade geralmente não existe. Nas avaliações de hóspedes anteriores tu pode localizar até mesmo a qualidade e a velocidade da web disponibilizada pelo proprietário.
5. Você tem mais liberdade: Quem é mais dorminhoco entende que podes ser chato ter de acordar cedo em função do horário limitado do café da manhã do hotel. Além disso, para pedir cada coisa é preciso ligar para a recepção. Alugando uma acomodação por temporada tú fica mais livre para dormir, acordar e consumir a hora que quiser.
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Viagem à Malásia: Snorkel nas Ilhas Perhentian

O último grande viagem para a Malásia e Singapura nós mal começamos a dizer coisas no blog, já que eu gosto de terminar de contar a história de outras viagens anteriores ( se eu acumula o trabalho, eu sei), mas pouco a pouco vou ir dando pinceladas do que vimos e fizemos neste surpreendente e algo desconhecido país do sudeste asiático. E um dos melhores lembranças que eu traje essa viagem foi, sem dúvida, conhecer as Ilhas Perhentian e mergulhar em suas águas cristalinas. Como eu iria esquecer aquela emoção de estar na água ao lado alguns tubarões dando voltas ao meu redor?
As ilhas Perhentian estão situadas a nordeste da Malásia, a 10 milhas da costa, e suas duas ilhas principais são Pulau Kecil ( ilha pequena) e Pulau Besar ( ilha grande). Cada dia mais, é o destino de centenas de viajantes que procuram o paraíso perfeito: águas cristalinas, praias de sonho, tranquilidade e um dos melhores lugares do mundo para mergulhar e praticar mergulho livre. Nós ficamos na ilha mais pequena, Perhentian Kecil, praia mais ambientada cheia de cabanas, em Long Beach, por ela toda, há cartazes com ofertas para mergulhar ou passeios de um dia para fazer snorkeling, para os arredores. Sem dúvida é a atividade da estrela Perhentian, além de tomar sol em suas praias diferentes e basicamente fazer nada.
Tour de snorkel as Perhentian
Ao final contratamos o tour de Snorkel em Coral Beach, do outro lado da pequena ilha, já que nos saía um pouco mais econômico que, em Long Beach ( curiosamente para a sua estadia é mais barato em Long Beach, mas as excursões melhor em Coral). O centro de mergulho se chama Ombak Divers ( também têm propriedades, dos maiores da ilha) e o preço não poderia ser melhor: menos de 10 dólares e inclui 6 pontos de mergulho, nadadeiras e tubo, parada no vilarejo ao sul da ilha pequena ( a comida é paga à parte), mas tudo com tempo e sem pressa. Além disso, uma das monitoras usava câmera aquática e ia tirando fotos debaixo de água, o que agora agradeço-lhe um monte porque as fotos que eu mostro não poderia tê-las de não ter sido por esta opção que me custou pouco menos de 5 dólares. Totalmente recomendável a experiência porque passamos um dia ótimo, admirando a flora e fauna marinha desses maravilhosos fundos, únicos no mundo. Deixo-vos o seu site, se vos interessa: http://www.ombak.my/services.html
O tour de snorkel durou aproximadamente umas 6 horas ( a partir das 11 até as 17 ) e os pontos que visitamos foram os que estavam programados para a viagem ( e, além disso, sem pressa) e que vos deixo abaixo. Sem dúvida o mais emocionante e inesquecível, foi poder nadar com os grandes tartarugas e tubarões. Uma das melhores experiências que eu já tive em minhas viagens!
Após a entrega do equipamento de mergulho ( nadadeiras, óculos e tubo) e um tempo de espera, já que éramos bastantes os que tínhamos contratado a passeio, subimos a nossa barca com os respectivos coletes salva-vidas e nos dirigimos ao primeiro ponto de nosso tour, Coral garden. Esta primeira parada muito perto de costa rochosa e foi uma excelente tomada de contacto com os fundos marinhos das Perhentian já que ao norte da ilha grande, existem recifes de coral e grande quantidade de peixes de todas as cores e tamanhos, incluindo as moreias, peixes-palhaço e uma infinidade de peixes coloridos. Por lá estivemos cerca de 15-20 minutos apreciando o colorido e dando de comer aos peixes, que vieram por centenas de pessoas por nossas migalhas de pão dentro de uma garrafa de água. Saímos entusiasmados com esta primeira tomada de contato e depois de subir a nossa barca e recuperar o fôlego nós vamos para o segundo ponto do tour: Turtle beach.
No ponto de as tartarugas se que a emoção me superou quando paramos o motor e o nosso capitão viu uma grande tartaruga ao longe. Descemos animado à água em busca de tartaruga e fiquei gelado quando eu mergulhar junto a ela. Um animal impressionante, que se move com uma facilidade impressionante, com movimentos quase imperceptíveis e uma elegância que nunca antes tinha visto. A tartaruga era tão grande como uma mesa maca e saía a respirar de vez em quando, coisa que aproveitamos para nos aproximarmos dela e poder quase tocar, até que voltava a descer cerca de 4 metros de profundidade para saciar seu apetite. Nos fundos deste ponto cresce o seja grass, alimento, as tartarugas e é inesquecível vê-los como se alimentam e com a tranquilidade que se movem esses gigantes ( acima de tudo se à sua volta há 10 ou 12 humanos histéricos e animado para nadar ao lado dela). Vimos alguma tartaruga mais e nós nadamos ao lado delas, desfrutando da beleza marinha e de uma emoção indescritível. Parece não importar a nossa presença. Sem dúvida, só por esta experiência teria pago muito, mas ver que só custava menos de us $ 10 me fez ver o quão bem sucedido de ter vindo até aqui.
Ainda com a emoção de ter nadado junto enormes tartarugas fomos para Shark Point, outro dos pontos fortes deste dia de mergulho com snorkel nas Perhentian e onde nos confirmam entre brincadeiras que há tubarões, mas que “não acontece nada…”. O barco pára e para o motor, nossos instrutores otean o mar e nos dá o sinal para tirarnos à água. O coração fica a mil, e me lanço sem pensármelo duas vezes, sumergiéndome para verificar o que está debaixo dessas águas. Nos foi ordenado que devemos estar juntos e não abandonar o grupo. De repente começam a dançar tubarões ao nosso redor, como em uma dança ameaçador em alta velocidade. Estão dando voltas em círculo, junto ao grupo, como desafiandonos e esperando seu momento para atacar. Sua velocidade é de vertigem, e eles são realmente bonitos, apesar de não ser muito grande ( menos mal), mas qualquer um é de um tamanho considerável e vá se impõe. Chegamos a ver três ou quatro tubarões nadando ao nosso redor, passando perto como um raio de luz. Saímos para respirar quando precisamos e voltamos a mergulhar, para tentar nos afastar um pouco e ir atrás de alguma escualo mas são huizidos e, além disso, nosso instrutor se cabrea bastante, se nos afastamos do grupo. Pode ser perigoso.
Subimos a nossa barca, com uma descarga de adrenalina no corpo e uma emoção difícil de descrever. Estamos cansados de tanto descer e subir pela água, mas nos dá igual. Levam-Nos ao Povo de pescadores da ilha pequena ( Kecil) para almoçar em um restaurante conveniado os organizadores do tour. Este núcleo é o lugar mais habitado das ilhas, há clínica, delegacia de polícia, escola, mesquita….. O mais parecido a uma pequena cidade. Não nos custou caro comer, mas também não foi uma refeição para lembrar e para piorar não havia cerveja ( na Malásia, um país de maioria muçulmana, não servem cerveja em um dos muitos restaurantes).
Com os estômagos cheios nos levam a outro ponto do circuito, um Farol perto de Coral Beach, onde passaremos um bom tempo mergulho entre peixes coloridos. Neste ponto, costumam parar todos os passeios e claro, nossa a vida marinha que existe. Enquanto alguns vamos à água para continuar a ver corais, peixes e mais peixes, outros, os mais ousados, vão subir ao farol e são jogados ao mar a partir de cerca de 6 metros de altura.

O nosso fantástico dia de mergulho está terminando e nos leva ao último ponto do tour, Romantic beach, uma praia escondida e deserta que só é acessível por mar. É uma praia pequena, de águas azul-turquesa e areia fina e branca e ali descansamos um bom tempo. Os casais se juram amor eterno e penduram os corais, que traz o mar em uma árvore, imitando os cadeados em pontes de muitas cidades. Mas aqui tudo é mais simples e menos poluente. Entre algum banheiro e uma imersão vemos um enorme varano ( lagarto gigante do lugar) ao fundo da praia, que foge de nós selva dentro quanto nos vê aproximar-nos.
A praia foi um bom verso de um dia de mergulho mesmo que o nome é tão idílico esperava uma praia mais espetacular, a verdade. Mas eu não estou reclamando. A experiência de mergulhar nas águas azul-turquesa das ilhas, uma das melhores do mundo, não tem preço.Terminamos exaustos, mas cheios de felicidade e uma emoção difícil de descrever, porque ter a sorte de mergulhar nos fundos marinhos ricos das Perhentian tem sido uma experiência incrível e que não nos vai esquecer na vida.

Viagem à Malásia: Snorkel nas Ilhas Perhentian

A Costa Esmeralda da Flórida, TOP 10 do ‘ranking’ de destinos Best in the U. S. 2017

Jóias escondidas da Costa Esmeralda da Flórida
A Costa Esmeralda da Flórida abriga alguns dos segredos mais bem guardados do Sunshine State. Longe dos parques temáticos de Orlando, e a vibrante vida noturna de Miami, é um lugar com tranquilas praias de areia branca banhadas por plácidas águas azul-turquesa, escondidos parques estaduais que dão abrigo a um monte de aves de costa, e pescadores que se reúnem para tomar um par de cervejas geladas enquanto contam como se lhes escapou o último peixe.

Apelidada de ‘a costa esmeralda’ por um estudante do ensino médio da região em 1983 (que ganhou US$ 50 por isso), o estreito trecho de costa ao longo do noroeste da Flórida (Florida Panhandle) entre Pensacola e Panama City, há muito tempo, faz parte dos roteiros de famílias e estudantes que vão de férias. Embora estes visitantes não costumam ir além dos grandes pontos de interesse próximos a Florida State Road 30A, a principal via da região, alguns dos destinos menos conhecidos do Sunshine State valem muito a pena.
Sem dúvida, as praias são maravilhosas, mas a Costa Esmeralda oferece muito mais do que surf e areia © kimberford /
PRAIAS SECRETAS
Banhadas pela brisa, as praias da Gulf Coast, Florida são uma das soluções mais rápidas para evitar o calor sufocante e respirar ar fresco do mar. Perto de zonas de tipo resort Panama City Beach e boca raton, são abundantes as praias populares, além disso, a área tem alguns tesouros escondidos que convidam a ser descobertos.
Perto de Panama City Beach, Shell Island é um dos locais preferidos dos moradores e de algum viajante experiente. Trata-Se de uma ilha desabitada que separa St Andrews Bay do golfo, e é um território primitivo, sem franquias, banheiros, mesas de piquenique ou cestos de lixo (há que levá-la de volta). Convida-o a passear por praias de areia branca e entre os manguezais, coincidindo, como muito, com qualquer ave costeira se aninhar lá. Convém levar uns binóculos para ver os golfinhos nariz-de-garrafa, frequentes perto da costa de este pedacinho do paraíso.
Um pouco mais além, Grayton Beach State Park justifica o valioso apelido da região, oferecendo praias remotas de águas cerúleas, além de trilhas e rotas para ciclistas e caminhantes e dois raros lagos costeiros entre as dunas que podem ser explorados em kayak. Também há cerca de trinta cabanas, ideal para uma pausa tranquila.
Com boa vista (ou com binóculos) é possível ver golfinhos que brincam perto da costa © mjf795 /
PARQUES ESTADUAIS POUCO VISITADOS
A anos-luz dos parques temáticos da Flórida, Costa Esmeralda oferece uma alternativa mais selvagem ao lazer impecável do centro do estado. Há indícios arqueológicos que provam que a área que circunda o Topsail Hill Preserve State Park era território de caça e pesca dos índios nativos americanos, e pouco mudou desde então. O parque ainda conta com uma impressionante variedade de ecossistemas, incluindo pântanos cercado de ciprestes dos pântanos, marjales, fleming, matagais e pradarias húmidas.
Ao norte da cidade de Seaside, de tons pastel, o Eden Gardens State Park permite conhecer a Flórida, tal como era no século XIX. Este parque de 66 Ha, presidido pela restaurada Wesley House, uma mansão de dois andares, cercada por varandas com colunas, está repleto de jardins ornamentais, algumas trilhas de caminhadas e acesso de barco ao vizinho Tucker Bayou, tudo à sombra do musgo espanhol.
A histórica Wesley House é a peça central do Eden Gardens State Park © Universal Images Group /
OS MELHORES LOCAIS PARA FUGIR DA RESSACA
Quando o sol se deita ou ameaça de uma tempestade, é uma boa idéia refugiar-se sob o teto em algum lugar acolhedor para comer alguma coisa. Com um afável esquadrão de garçons e comida e bebida a um bom preço, Destin’a Red Door Saloon serve pizzas e bratwursts para que os copos não subam à cabeça, enquanto os moradores se divertem até a hora de fechar.
E em Front Beach Rd, a principal artéria comercial de Panama City Beach, onde há mais camisetas turísticas e óculos de sol baratos do que os produtos locais, pode se encontrar algum diamante em bruto. Rede Rae’s Restaurant é um bocado de Nova Orleans, a poucas quadras da praia. Sua carta está repleta de pratos cajun, como po’boys de camarão negros ou jambalaya picante, e é um local muito apreciado por moradores e visitantes.
Que as luzes de Front Beach Rd não façam cair ao viajante em uma armadilha de turismo, há uma abundância de locais e estabelecimentos que visitar © RobHainer/
AVENTURAS NO FUNDO DO MAR
Com nove naufrágios ao largo da costa de Panama City Beach, esta zona do golfo do México, é conhecida como ‘a capital dos naufrágios do Sul’. Mergulhar na Costa Esmeralda é explorar recantos secretos e, por sorte, existem vários operadores de mergulho que facilitam a prática deste desporto na região.
A imersão em um naufrágio mais recente que dispõe de Panama City é o Red Sea, um rebocador de 38 m de comprimento de fora a fora que afundou propositadamente em 2009. Fica a 12 m abaixo da superfície, e nele vivem vários animais marinhos. A Costa Esmeralda também possui vários arcos de ponte submersa, incluindo secções da ponte Hathaway, construído em 1929, que ligava Panama City, Panama City Beach, e que agora é morada de peixe anjos, meros e alguma que outra barracuda.
Os marinheiros de água doce que desejam conhecer a vida marinha podem visitar o Man in the Sea Museum, que mostra uma seleção de equipamentos e habitats usados na exploração dos mistérios do oceano.
Os restos dos naufrágios próximos à costa de Panama City Beach atraem novos inquilinos submarinos © Michael Wood / Stocktrek Images/
FESTIVAIS PIRATAS E MUITA MÚSICA
A identidade do Florida Panhandle está intimamente ligada à história e paisagens da região, salpicada de histórias de piratas, vagabundos e artistas que encontraram refúgio na costa do espírito santo, por de palmitos.
As enseadas e baías da Costa Esmeralda eram o refúgio ideal para os piratas que surcaban as águas à procura de navios mercantes desprevenidos. Um daqueles piratas era William Augustus Bowles, que comandava uma frota de saqueadores em Panhandle da Flórida, e a quem se recorda o Billy Bowlegs Festival de Fort Walton Beach. A Cada ano que se recria a invasão pirata da cidade, que é cercada durante três dias cheios de diversão, pernas de pau, música, gastronomia e artesanato local.
A Cada mês de janeiro, músicos e compositores de todo o mundo lotam pequenos locais musicais a um tiro de palheta idílicas praias durante o 30A Songwriters Festival. Com mais de 175 atuações na Costa Esmeralda, este festival oferece aos compositores a oportunidade de compartilhar suas criações em locais de 75 praças e palcos ao ar livre com capacidade para milhares de espectadores.

Comer em Dublin: 5 restaurantes para desfrutar

Sobre Dublin já vos falamos no blog da celebração do Bloomsday e de 15 bares para matar a sede na capital irlandesa que tanto gosto, mas muito olho que Dublin não é só festa, como muitos pensam, beber litros de cerveja e visitar alguns bares são possíveis, também tem que comer ouvir! E é que esta cidade tem uma grande e emergente oferta culinária que me tem surpreendido muito agradavelmente já que eu não esperava tanta qualidade em seus pratos. Vamos lá, que eu tenho comido muito bem. Embora tradicionalmente a comida irlandesa não tem gozado de boa fama e tem estado sempre um pouco mal vista aos olhos do mundo ( entre os quais me incluo), a coisa está mudando, e de um tempo a esta parte, novos ares fizeram com que a gastronomia de Dublin de um significativo salto de qualidade. E vá se nota!
Breve resumo da Gastronomia irlandesa: A verdade é que eu não sou um conhecedor desse tipo de cozinha assim que eu acho que a todos nos serviria muito bem entrar na situação e fazer um breve resumo de cozinha ( obrigado mais uma vez!). A groso modo, é possível diferenciar entre a cozinha tradicional, com pratos simples, fortes e com ingredientes simples, e a cozinha moderna que encontramos em hotéis e restaurantes, mais voltada ao visitante e um pouco mais elaborada. Entre os pratos mais conhecidos são o pequeno-almoço irlandês ( quase traçado para o inglês), o cordeiro, a carne de vaca ou de diferentes pratos temperados com rica cerveja. Além da batata e da cebola, muito usadas na cozinha, são muito típicos de alguns pratos de peixe, como o salmão, o bacalhau, os mexilhões e o onipresente fish and chips. A manteiga é muito famosa ( provai a de Kerry), bem como seus pães ou bolos.
Onde comer em Dublin
Em nossa passagem por Dublin nós gostamos muito da comida, coisa que, sendo sincero, eu nunca teria imaginado. Estes foram os locais visitados e nenhum me decepcionou, me deixaram um bom sabor de boca.
– The Bank: muito perto do Trinity College, a principal atração da cidade, este restaurante é um dos mais famosos e luxuosos hotéis de Dublin, com um interior deslumbrante, pomposo, mais próprio de um palacete que um lugar para comer. Localizado em um antigo banco, oferece pratos clássicos, como o fish and chips, sanduíches ou carnes como cordeiro ou carne de vaca, sempre com porções muito abundantes. Se baixas ao banheiro, você vai encontrar as antigas caixas fortes do banco, fechadas, claro. Um lugar muito animado e elegante. Preço médio: 25-30 euros. Endereço: 20-22 College Green. Web: http://www.bankoncollegegreen.com/

– The Church: Um lugar incrível pela sua amplitude, decoração, detalhes e ambiente. Nesta antiga igreja está tudo montado para o grande e a prova disso é a quantidade de pessoas que vem aqui, seja para tomar uma cerveja ( muita variedade), vida nocturna ou para testar a sua excelente cozinha, coisa que eu recomendo. Chegamos no horário previsto e o local estava a transbordar, pelo que pedimos umas pintas na barra para ir abrindo a boca. Depois subimos ao piso superior para o jantar e escolhemos o menu composto por dois pratos e sobremesa por 37,95 euros. Um pão artesanal com uma deliciosa manteiga suave nos deu as boas-vindas para seguir com uma deliciosa sopa do dia ( ideal para entrar em calor e presente em quase todos os restaurantes de Dublin). Após escolher acertadamente um exótico “frango assada com limão, coentro e o creme de pimentas recheadas com batatas e feijões”. Realmente saboroso e um pouco picante, como eu gosto. Meus companheiros de viagem, pediram carne de vaca e de Wicklow e também combinamos que eu acho que é um lugar de visita obrigatória na cidade. Endereço: Days of Mary street and Jervis street. Web: http://www.thechurch.ie/

– Aqua: Na verdade, este restaurante está localizado na periferia da cidade ( cerca de 20 minutos de carro), mais concretamente na localidade de Howth, a bela baía próxima a Dublin, mas vir aqui para passar o dia é uma excelente opção se você está cansado da agitação da cidade, já que a tranqüilidade da região, a qualidade de sua comida e as vistas são para não esquecer facilmente. Como aqui tem que vir a comer peixe e marisco fresco, recém-capturado nas águas, optamos por uma riquíssima creme de marisco, repleta de pedaços de peixe e marisco. Eu estava espessa, mas deliciosa e forte!. Segundo, não queríamos sair sem experimentar o Fish and Chips e aqui é muito alta qualidade, nota-se que o peixe é fresco. E de sobremesa, para esfriar um pouco, que em Junho já há um bom tempo. Recomendo e muito este restaurante elegante, com excelentes vistas para a baía e bom preço. O menu de dois pratos sai 23,95 euros e 28,95 o de três pratos. Para acompanhar, uma boa variedade de vinhos franceses e do mundo. Endereço: 1 West Pier, Howth. Web: http://www.aqua.ie/

– Ely Gastrobar: a reformada e a cada dia mais animanda área do cais temos uma grande opção para experimentar algo moderno em um ambiente descontraído, seja para um brunch, uma bebida, almoço ou jantar. Ely gastrobar foi outro dos locais que me surpreendeu por seu design, ambiente, comida e serviço bom, com uma carta, que serve pratos simples e atuais como burgers, saladas, carnes, peixe do dia ou sanduíches, além de uma boa carta de vinhos. Testamos uma excelente sopa do dia à base de batata, acompanhado com pão e manteiga e um tagine vegetal acompanhado de cuscuz é ideal se você gosta de legumes ou você é vegetariano. Dentro do menu, escolhemos uma sobremesa típica: crumble de ruibarbo, uma espécie de compota com feita com o ruibarbo, uma hortaliça de esta terra. Para o meu gosto muito pesado mas não manchar uma excelente jantar. Há menus a partir de 30 euros. Endereço: Grand Canal Square. http://www.elywinebar.ie/

– Bruxelles: Já vos disse no post anterior que comer em pubs em Dublin é uma das melhores opções, já que oferecem uma excelente relação qualidade – preço e muito bom ambiente. Neste localizado no centro da cidade, pudemos verificar a excelência de alguns pratos clássicos da cozinha local, como o “Bacon and cabbagge” ( 11,95 euros), um simples mas contundente prato, ou o “braised beef in guinness stew” ( 13,50 euros), um ensopado de carne com cerveja guinness super sabor que o nosso colega viajante O Pachinko pôde desfrutar. As especialidades são os mexilhões, o salmão ou o “Traditional dublin codle”, um guisado com salsichas e bacon refogados muito popular por estas terras. E de entrada umas ideais “buffalo wings” com uma rica e pegajosa molho de lousinana. Tudo isso acompanhado de uma boa cerveja tipo stout por isso que eu fui cheio e contente aqui. Endereço: 7-8 Harry Street. Web: http://www.bruxelles.ie/

Como véis, a gastronomia em Dublin é melhor do que a sua fama nos diz, com um monte de bons locais onde comer, excelentemente decorados e onde a comida, com cerca de matérias-primas frescas e autóctones, deu um salto de qualidade para a alegria de moradores e visitantes amantes da boa mesa. O que eu tenho muito claro que tudo o que vá para Dublin, boa comida e muita bebida não vai faltar. Você pode pedir mais além de viajar?

Comer em Dublin: 5 restaurantes para desfrutar