10 países que não existem

Destinos que não são países, mas que podem sê-lo)
Há territórios que não são estados reconhecidos internacionalmente, mas que nem por isso deixam de ser destinos a considerar nas agendas viajantes mais originais. Alguns territórios passam desapercebido nos mapas políticos marcados por fronteiras e cores, outros buscam o reconhecimento como estado-nação com base na história, ou a individualidade geográfica, cultural ou étnica. Os não-países existem em todos os continentes, com a sua própria bandeira, capital e idioma e reivindicando a legitimidade de seu território.

1. DINÉTAH. A nação navalha autogobernada

Dinétah é a nação índia o maior localizada em uma reserva dos ESTADOS unidos, com certo nível de autonomia. Sua capital é Tseghahoodzani (Window Rock) e tem cerca de 300 000 habitantes, que ocupam um território de cerca de 71 000 km2 entre os estados do Arizona e Novo México. Na verdade, Dinétah, a terra natal dos índios navajos, não teve tradicionalmente umas fronteiras precisas. As marcavam quatro montanhas sagradas situadas nos pontos cardeais. Neste território, o perderam em meados do século XIX, quando foram obrigados a deslocar-se a ponta de pistola a um campo de concentração para mais de 560 km de distância. Em 1868, foram obrigados a assinar um tratado que lhes confiscaban 90% de suas terras e lhes permitia viver o resto.
Com o tempo foram-lhes devolvendo as terras, e hoje a nação navajo ocupa a maior reserva indígena dos ESTADOS unidos. Em 1920 se outorgou-lhes a cidadania norte-americana, e, em 1975 foi-lhes concedido o autogoverno, o que lhes permitiu parar a extração de urânio que lhes tinha dado trabalho a partir de depois da II Guerra Mundial, mas que também provocou inúmeras mortes por exposição à radiação. O governo permitiu proibir a extração embora o preço tem sido alto: quase 50% de taxa de desemprego e muitas carências de suprimentos básicos.
2. CHRISTIANIA. Cidade livre e alternativa

Esta comuna autônoma da Dinamarca é um exemplo de conquista de liberdades, mas ela só vivem 850 pessoas e ocupa menos de um km2. Surgiu como um experimento social, em 1971, no coração de Copenhague, com a idéia de um grupo de hippies imbuídos do espírito da revolução cultural dos anos 60 “okuparon” um velho quartel e puseram em marcha uma sociedade alternativa de estrutura anarquista. Desde então, tem mantido um estatuto especial, mas a realidade é que os dinamarqueses não sabem muito bem o que fazer com Christiania.
Em 2012, ofereceram aos seus habitantes a possibilidade de comprar os terrenos que ocupam, mas isso significaria trair os princípios anti-capitalistas de Christiania. O coletivo tem o prazo de até 2018 para decidir o que fazer com o seu futuro. De momento, os visitantes percorrem com curiosidade esse “bairro” especial de Copenhaga, cheio de casas, coloridos murais e esculturas ao ar livre, cafés, restaurantes, bares e clubes nocturnos. Hoje, continua a ser um espaço alternativo, onde existem apenas três regras: não consumir drogas duras, não fazer fotos e não correr. Christiania é o lugar mais visitado da capital dinamarquesa depois do Tivoli.
3. ILHA DE MAN. Pioneira em direitos, refúgio financeiro
Conhecido também como Ellan Vannin ou Mannin, a Ilha de Man é autônoma, dependente da Coroa Britânica, mas sem formar parte do Reino Unido, ou a União Europeia. Fisicamente, está entre a Inglaterra e a Irlanda. Aqui há muito tempo que a gente dita suas próprias regras e os seus habitantes conseguiram marcos históricos, como a conquista de liberdades e direitos.
O parlamento é o órgão de governo vigente, o mais antigo do mundo e foi dirigido a ilha desde a chegada dos vikings, no final do século XVIII. Foi também na Ilha de Man, onde, em 1881, as mulheres (propriedades) puderam votar pela primeira vez. E em 2006 tornou-se a primeira nação da Europa Ocidental, que estabeleceu o direito ao voto aos 16 anos. Por toda a ilha se encontram as igrejas de pedra, castelos, fortes e cruzes celtas com intrincados gravuras que são os seus principais atrativos turísticos. Apesar de tudo o que vive realmente é de sua próspera indústria de serviços financeiros internacionais.
4. FORVIK. O estado soberano do capitão Hill

Também conhecido como Forewick Holm, Forvik é um estado de Shetland criado por um navegador inglês, Stuart Hill, que chegou por acaso este ilhéu arrastado por uma tempestade e decidiu ficar a viver.
Em 2008, começou uma campanha a favor da autodeterminação local com base em que estas ilhas eram mais similares a Escandinávia e a Inglaterra ou Escócia. Para isso, você perguntou ao Reino Unido, se poderia explicar em que baseava sua autoridade sobre as ilhas Shetland… e não se recebeu nenhuma resposta. Assim que se declarou independente e hoje oferece a cidadania em troca do pagamento de uma taxa anual. Por trás está, também, a alegação de que as receitas do petróleo que existe na área o Humor inglês no seu estado puro, o sonho de um louco ou uma oportunidade para rebeldes que não querem pagar impostos?.
5. BAROTSELANDIA. Cinco séculos de monarquia africana
Barotselandia é uma antiga monarquia que quer ser reconhecida como um novo estado africano. Tradicionalmente é um reino móbil, o reino dos lodi ou barotse, onde cada ano, quando as águas do rio Zambeze se infiltrando lentamente pelos campos, os seus habitantes se deslocam para as terras mais altas. Esta migração anual é comemorado com uma cerimônia conhecida como Kuomboka, literalmente, “sair da água”. Assim tem sido sempre: o reino tem uma história que remonta a cinco séculos, embora durante a época colonial foi um protetorado britânico, com mais autonomia do que o resto da colônia da qual fazia parte, Rodésia do Norte.
Barosetlandia fazia parte do que viria a ser Zâmbia, mas quando veio a independência, em 1964, nunca foram cumpridas as condições de autogoverno, que se haviam prometido para este reino. Em 2011, o seu rei anunciou que abandonava Zâmbia, prometendo uma separação pacífica. Zâmbia, é claro, o que considerou uma traição. Sua capital é hoje a Mongu e o seu rei Lubosi II Imwiko. O reino ocupa 126 000 km2, tem mais de três milhões e meio de habitantes, duas línguas oficiais (lozi e inglês) e 37 línguas tribais.
6. PRINCIPADO DE SEBORGA. Separados por referendo

Este minúsculo principado italiano, na fronteira com a França, declarou a independência da Itália, em 1995, após convocar um referendo. O chefe da cooperativa local de floricultores, Giorgio Carbone, informou, em 1995, os habitantes do histórico município do noroeste italiano que seu povo não fazia parte da Itália, uma vez que nunca aparece mencionado expressamente nos tratados de criação do estado italiano ou nas transações de compra e venda sobre esta área tão habituais da Casa de Sabóia. Um referendo local avaliou a independência, Carbone aceitou o título honorífico de “Sua Tremendidad” e foi nomeado príncipe de vida, seguindo uma tradição da Idade Média. Giorgio I faleceu em 2009, mas os seus concidadãos continuam a defender a independência deste principado.
Quem viaja pela região devem fazer um alto no Segorba, mesmo que seja apenas para tirar uma foto ao lado da sinalização da entrada do povo, e também para perscrutar o seu palácio do século XVII e a alguma de suas igrejas.
7. REDONDA. Um país tremendamente literário
Seu primeiro rei declarou a soberania em 1865, e vários pretendentes ao trono disputam hoje a coroa desta ilha sem população e com uma superfície de menos de 2 km2, uma nação fictícia criada na ilha desabitada de Redonda, uma dependência de Antígua e Barbuda.
Dizem que foi o próprio Colombo o primeiro a avistar a ilha na sua segunda viagem, em 1493. Cerca de 400 anos mais tarde, um comerciante da vizinha ilha de Montserrat, Matthew Shiell, reclamou a ilha como seu reino e dedicou-se principalmente à extração de guano, como fonte de renda. A atividade cessou bruscamente ao eclodir da I Guerra Mundial, mas a monarquia daquele reino persistiu no exílio. O primeiro rei abdicou em seu filho de 15 anos, Matthew Phipps Shiel, que mais tarde se tornou um popular romancista britânico e em seu leito de morte, legou a ilha Redonda a um poeta, seu assessor literário. Em seus últimos anos o rei poeta passou seu tempo em uma taverna de Londres, onde, em troca de uma taça, a concessão de títulos de duque de cavaleiro em escrito no dorso de um guardanapo. Hoje não se sabe muito bem quem é o seu sucessor e há até nove aspirantes ao trono. O escritor Javier Marías, que, em 2002, criou a editora Reino de Redonda, detém o título em termos literários.
8. SEALAND (MARLANDIA). Minha plataforma, o meu reino

Fundada em 1967, em alto mar, a cerca de 7 milhas náuticas a leste do Reino Unido, Sealand tem apenas 27 habitantes. É defendida pela família Bates, que ocupou esta plataforma de aço e concreto construída em 1943, a Marinha britânica para derrubar os aviões da Lufwaffe com armas antiaéreas. Roy Bates, um antigo comandante de Infantaria que se instalou ali para poder emitir música pop a partir de uma estação de rádio pirata situada fora das águas territoriais britânicas, e ficou lá, fazendo frente até mesmo alguma tentativa de golpe de estado. Roy morreu em 2012, mas sua saga “real” já está na quarta geração, com o nascimento do príncipe Freddy, neto de Michael.
Tem moeda própria, brasão, hino, selos (que por sinal, emitidos pelos Correios de Portugal), e até um time de futebol (Sealand All Stars), e uma série de lembranças que são vendidos pela internet, embora a sua principal fonte de renda é a venda de títulos de nobreza: ser declarado lorde ou lady custa cerca de US$ 50 e se tornar conde de Marlandia pouco mais de 300. Como destino turístico é quase inabordable já que não conta com nenhuma praia, o hotel ou a instalação de turismo, no entanto, pode ser observado em alguns pontos da costa britânica de Suffolk.
9. ANTÁRTIDA. Um acordo único para governar um lugar único

Este é o “último continente”, onde, excepcionalmente, as disputas sobre a soberania territorial foram deixado de lado. Na verdade, não está tão desabitado como se imagina posto que em seus mais de 14 milhões de km2 habitam temporariamente até 5000 pessoas. É uma terra de extremos, dura, remota e implacável, onde não houve nenhum povo indígena ou comunidade permanente. A primeira mulher que visitou a Antártica em 1935, e de lá não nasceu o primeiro bebê até 1979.
Em circunstan…

Grandes viagens: a rota do incenso

A rota do incenso, inspirando mitos e lendas
Pilhas de incenso, que tempo atrás, era mais valioso do que o ouro, se transportavam a cada ano por esse caminho desde o sul da Arábia até o mar Mediterrâneo, inspirando mitos e lendas, e forjando parte da história da humanidade.

Desde o início do século III a.C. até o século II, da rota do incenso era a maior rede de vias comerciais desde o Egito até a Índia através do Oriente Médio. A intenção era unir a zona mediterrânica com as fontes árabes do olíbano e a mirra, e as do oriente, do incenso e das especiarias. A rota começou a decair quando gregos e romanos decidiram negociar diretamente com a Índia através das antigas rotas marítimas, embora continuasse a ser utilizada, alguns séculos mais.
Rota do incenso, caravana de camelos, deserto do Negev, Israel © Dafna Tal – Ministry of Tourism Israel – Para saber mais, busque no Flickr por essa foto: israelphotogallery/11832965224
A rota do incenso estava cheia de complicações, para os antigos, que se deslocavam com dificuldade pelo terreno duro e implacável em longas caravanas de camelos, com milhares de pessoas. A falta de mapas e sistemas de navegação, a presença de ladrões e o fato de que os reinos que a rota atravessava tenta cobrar um pedágio a mais mínima oportunidade, faziam com que esta não estiver ajustada, e, muitas vezes, iam-se abrindo novas vias que enriquecia a algumas cidades e empobreciam a outras, dependendo do caminho que seguia a caravana de camelos.
A mercadoria era realmente valiosa: especiarias exóticas para cozinhar, mirra e olíbano para que as mulheres se acicalaran, e sais para a conserva de alimentos e a cozinha. A viagem durava seis meses, tinha 50 paragens e representava um desafio para a sobrevivência durante toda a travessia. Para apreciar a verdadeira importância histórica da rota, há que ter em conta que, na Antiguidade, o incenso era mais valioso do que o ouro, como evidenciam os presentes que recebeu o menino Jesus ao nascer: ouro, incenso e mirra.
A rota do incenso constitui uma viagem cheia de intriga, rico em história e com personagens épicos, além do misterioso encanto do deserto e o que há mais além.
A VIAGEM HOJE
Rota do incenso, o deserto do Negev, Israel © Luc Legay – Para saber mais, busque no Flickr por essa foto: luc/19869492063
O deserto do Negev, cobre um pouco mais de metade de Israel e, apesar de sua enorme e sonolento vácuo, seduz o viajante por suas colinas de arenito, com os seus picos rochosos e as planícies férteis atravessadas por estreitos desfiladeiros. Mas não é a paisagem que viaja até aqui, mas porque, como o coração do Império nabateo, outrora fez parte da rota do incenso, e os restos daquela via comercial estão mais presentes nesta parte do mundo do que em qualquer outra. O viajante terá que ser montada em um ônibus até as fortalezas nabateas de Avdat, Shivta e Mamshit, construídas ao longo da rota do incenso e das especiarias para proteger as caravanas e sua valiosa mercadoria desde o sul da Arábia até a cidade portuária de Gaza.
Avdat é uma cidade bem conservada, localizada sobre uma colina que domina o céu do deserto. Suas ruínas são impressionantes, e as vistas magníficas. A subida tem muita custa, mas vale a pena. A próxima parada é Shivta, a mais isolada das cidades nabateas, com ruínas de quando era uma importante cidade bizantina na rota das caravanas entre o Egito e a Anatólia. Finalmente, o ônibus deixará o viajante Mamshit. Embora não seja tão impressionante como Shivta, é a cidade antiga melhor conservada, e um não pode deixar de se maravilhar com as escavações de ruínas nabateas que expõem à luz do dia, barragens, torres de vigia, cemitérios militares romanos e bizantinos, jóias, moedas, igrejas e mosaicos. A admiração ataca o viajante, porque, apesar da hostilidade do deserto, as cidades, e prosperaram, como bem demonstram os restos de fortalezas, caravançarais e sistemas de cultivo. Chegado o momento de abandonar o deserto, o viajante terá saciado sua curiosidade pela rota do incenso, agora você já conhece mais intensamente, sobretudo depois de visitar o maravilhoso deserto de Negev.
Rota do incenso, Mughsail, Dhofar, Omã © Justin Foulkes /
INTERRUPÇÃO
Dhofar, a província mais a sul de Omã, pode adicionar um ponto de emoção aos que querem conectar-se com a época antiga do incenso. É uma região associada partir de velha com a velha rota do incenso, e conta com excelentes praias, um ambiente calmo, e de uma estimulante mistura étnica. Há que visitar Mughsail, famosa pelos orifícios escavados pelas ondas na parte de baixo dos rochedos e através dos quais sobe com força a água do mar, bem como pelos campos próximos onde se cultiva o ólibano, e seguir os passos dos antigos comerciantes que compram sacos de incenso no souk Al-Husn.
DESVIO
Se visitar o sítio arqueológico de Avdat não há que se perder Ein Avdat do Parque Nacional, um dos pontos de interesse do Negev. É uma curiosidade da natureza, e não há outro modo de descrever uma lagoa de água gelada no meio do deserto, que se nutre da água que circula por intrincados canais. Você pode chegar com um agradável passeio por uma paisagem impressionante, dominado por um desfiladeiro íngreme e tortuoso, e você pode alcançar o topo de uma cachoeira que, no inverno, oferece uma vista espectacular. Tudo bem merece o esforço e o gasto.
EXPERIÊNCIAS ÚNICAS
• Viajar para Mysore, Índia, em Bangalore para ver suas fábricas de incenso de vários andares, e o famoso palácio.
• Comprar coloridos e objetos de artesanato, especiarias e chá, e, como não, agarbathi (incenso) de Chandni Chowk, a rua dos bazares da Velha Delhi.
• Visitar Petra, na Jordânia, uma grande cidade esculpida em paredes de rocha de arenito colorido e lugar-chave para o comércio do olíbano, mirra e especiarias que chegavam aqui em caravanas de camelos.
• Ir de excursão-Khamasin, na Arábia Saudita, na antiga rota de caravanas e especialmente famosa por sua bachoor (incenso) e pela qualidade de seus camelos.

Península Bellarine, TOP 9 do ‘ranking’ de destinos qualidade-preço Best in Travel 2017

Comer a península Bellarine, Austrália
Famosa por suas praias familiares, seus enclaves surfistas e uma grande paisagem costeira da península Bellarine, em Victoria, Austrália, sempre foi um popular destino de férias, mas nos últimos anos, o foco foi deslocado de sua beleza natural, seus inovadores restaurantes e adegas, toda uma atração por direito próprio. Abaixo, uma pequena seleção para saborear a viagem.

O turismo em Bellarine decolou na década de 1870, quando a gente viajava de Melbourne em Queenscliff em barco a vapor. Atualmente, Queenscliff é conhecido por suas ruas históricas e seus prédios antigos, os barcos a vapor desapareceram há muito tempo e Bellarine explora melhor em automóveis.
Melbourne vista da península Bellarine, Austrália © FiledIMAGE /
Está a uma viagem de 90 minutos de Melbourne, o que resulta numa simples viagem de um dia, mas seu ritmo relaxado se desfruta mais com uma estadia de fim-de-semana. Também é um interessante adicionado a uma excursão pela Great Ocean Road, que começa (ou termina, segundo a direção de onde vier) em Torquay.
DE BRUNCH (E MAIS) EM BARWON HEADS
A um tiro de pedra de Torquay, Barwon Heads é um site que pode passar por alto. O conselho é para que não se perca, e que faça como os moradores, que passeie pelas lojas chiques que ladeiam a rua principal, e que quando você vê uma mesa livre na loja gourmet Annie’s Provedore, se faça com ela. Para o pequeno-almoço, as panquecas com amora e ricota são um prazer pecaminoso, que depois se expia com um passeio pela praia vizinha.
No verão, Barwon se enche de turistas que se hospedam no parque de caravanas junto à praia, no inverno, só se vê os moradores e seus cães, apreciando as vistas que varre o vento. Antes do pôr-do-sol é uma boa idéia ir para Barwon Heads Wine Store para conversar amigavelmente sobre os vinhos locais.
Barwon Heads Wine Store, a península Bellarine, Austrália © www.barwonheadswinestore.com.au
E é uma boa idéia guardar-se algum tempo para ir jogar golfe no Barwon Heads Golf Club ou para contemplar os surfistas na vizinha 13th Beach, mas você só tem que entrar na água, se é bom nadador, pois as correntes são muito fortes. Você pode almoçar algo leve em The Shack, um local confortável, como uma casinha de campo, que serve contundentes hambúrgueres e pratos mais delicados, como a salada de couve-flor assada com granada.
PARA O ECOLÓGICO EM OCEAN GROVE
Há duas pontes, um ao lado do outro, sobre o rio Barwon, que refletem o estilo de vida do lugar, um é para pedestres e pescadores, o outro é para automóveis, e ambas se ligam Barwon Heads com a Ocean Grove. Ao entrar na cidade montanhosa, até um passageiro momento de praia em forma de ferradura permitem compreender por que o tranquilo ‘Ou Grove’, como o chamam os moradores, é tão popular entre as famílias. Existe um certo ambiente jipi, com uma loja de presentes repleta de apanhador de sonhos, um estúdio de yoga e saudável Kyosk Cafe, na esquina de uma rua.
Kyosk Café, a península Bellarine, Austrália © www.kyosk.com.au
Equipado com divertidos móveis de inspiração asiática, incluindo um balcão de Astro Boy e um pedaço de tuk-tuk–, Kyosk pode parecer extravagante, mas se toma a alimentação muito a sério e, sobretudo, de produtos biológicos, que sabem muito bem. Ao dobrar a esquina, Napona oferece um ambiente mais refinado, os dias de sol, terraço, rodeado por árvores é o melhor lugar para saborear seus deliciosos pratos de marisco ou pratos que lembram as tampas.
VINHO E JANTARES EM WALLINGTON
Oakdene, com adega e restaurante, ocupa o que parece uma casa invertida. Esta premiada vinícola oferece degustações de seu nítido sauvignon blanc e seu elegante pinot noir, entre outros caldos deliciosos. Naturalmente, os vinhos também estão presentes no restaurante, você pode testar com o menu de degustação de quatro pratos com iguarias como uma vaca Angus cozida em fogo lento, que se desfaz na boca ou o queijo da trufa do próximo Drysdale.
Flying Brick Cider Co, a península Bellarine, Austrália © www.flyingbrickciderco.com.au
Se o viajante não lhe interessa o vinho, pode visitar o vizinho Flying Brick Cider Co. Você pode desfrutar de uma degustação de cidra no gramado que circunda o restaurante e sidrería, amplo e moderno, ou dirigir-se ao interior para tentar a barriga fumada de cordeiro local ou a sépia polvilhado com feroz sal de pimenta de Sichuan (com um pouco mais de cidra não picará tanto).
A BELLARINE, DE UM SALTO
A área que dá nome à península conta com sublimes vista de Port Phillip Bay, que se beneficiam mais com uma taça de vinho no Jack Rabbit. O restaurante moderno, com piso de madeira acolhedora e mobiliário, enormes janelas do chão ao tecto e vistas espectaculares, oferece um menu que muda a cada temporada e que tira partido para os produtos locais. Com pratos inovadores (como ‘neve’ de soro de leite com salicornia local salgada e lagosta borboleta) que se maridan com o riesling cítrico na adega, ou o saboroso chardonnay, não é de admirar que este restaurante ganhou vários prêmios.
Jack Rabbit, a península Bellarine, Austrália © www.jackrabbitvineyard.com.au
E por falar em prêmios, Terindah Estate –muito perto de Jack Rabbit– tem tantos que já não sabem onde colocá-los. Foram premiados um monte de vezes por seus vinhos e o seu local. Este belo vinhedo, com vista para as vinhas verdes e para a baía azul, que há mais além, é o lugar para ir em uma ocasião especial, por exemplo, ao terminar as férias em Bellarine, e enquanto se dá boa conta do delicioso confit de porco e crocantes batatas douradas assadas em gordura de pato, começar a planejar para próxima visita: o melhor de Bellarine é que sempre há mais para descobrir.

Problemas no quarto de hotel? Saiba como definir em cinco informações

Está com dificuldades no quarto de hotel que você escolheu para se hospedar? Confira as dicas a acompanhar:
Salve o “Quero conversar com o gerente” para mais tarde. Várias queixas no hotel começam com estas seis expressões: “Eu pretendo conversar com o gerente”. Tu está irritado, cansado, e talvez até com raiva. Tu quer ir direto ao ponto, todavia resista a esse impulso. Na recepção, os funcionário são treinados para suportar com problemas fácil, como uma Tv quebrada, vizinhos barulhentos ou uma torneira pingando. Conduzir esses dificuldades ao próximo nível durante uma queixa inicial é desnecessário e um insulto para os recepcionistas. Só considere chamar o gerente se os recepcionistas estão lhe ignorando ou se já fez várias solicitações, porém nem recebeu resultados. Considere os funcionários da recepção seus aliados competentes e confiáveis – até que se prove o contrário – e deixem que eles cuidem do que tú precisa.
Tenha expectativas realistas. Tu reservou um quarto de hotel com apoio nas imagens que viu na internet, que mostravam um quartinho descomplicado com diárias baratas, que incluíam até café da manhã. Contudo ao regressar lá, viu que o colchão era desagradável, as toalhas finas, o chuveiro precário. É claro que você ficaria desapontado se estivesse esperando um colchão espantoso, toalhas macias e chuveiro potente. Porém seria burro reclamar sobre as comodidades em um estabelecimento tão barato. É um exemplo extremo, porém mantenha suas expectativas dentro da realidade e esteja correto que tuas queixas são solucionáveis. Claro que você tem certo a um quarto limpo e seguro, com o mínimo de ruído possível, pelo menos ao longo da noite e as primeiras horas da manhã. Se algo não está certo, é razoável mencionar a dificuldade, porém seja realista.
Visualhunt.com
Documente tuas reclamações. Faça tua queixa da forma mais específica possível. Falar apenas que o quarto está sujo não será bastante para atingir a atenção que tu precisa. Prefira ser direto, como “há duas baratas no quarto” ou “a banheira está com mofo”. Tire imagens e faça anotações, atentando às datas e aos horários. Apresente esses documentos à recepção e…
Guarde o nome do atendente. Quando um funcionário do hotel diz que irá pesquisar sua reclamação, acesse de imediato para a etiqueta ou crachá que ele estiver utilizando e decore teu nome. Se não houver nenhuma identificação, pergunte. Várias queixas são perdidas porque o hóspede não domina para que pessoas reclamou, o que é comum, especialmente em grandes hotéis, onde há diversos funcionários pela recepção. Nessas situações, geralmente não dá para dizer que dialogou com “aquele cara que estava trabalhando por aqui ontem, por volta das 17h”. Com certeza, não havia só um funcionário naquele horário. Anote o nome dos seus interlocutores até que teu dificuldade esteja resolvido.
Leve a queixa às “instâncias superiores”. Desejamos a todo o momento ser otimistas, todavia é preciso expressar que, por vezes, você vai esgotar todas as tentativas razoáveis para resolver um defeito em sua hospedagem. Essa é a hora em que tu vai escalar a reclamação pras instâncias superiores. Se o hotel é de uma vasto rede, entre em contato com a sede da franquia, informando o que já ensinamos nos itens anteriores: documentações sobre a queixa e o nome das pessoas que o atenderam. Outra opção é transportar a tua queixa a uma agência equivalente ao Procon no exterior. E não esqueça: Facebook e Twitter também são capazes de ser efetivos. A maioria das organizações têm especialistas em mídias sociais que monitoram cada reclamação que possa causar vexame. Às vezes poderá ser mais rápido adquirir uma resposta ali, na internet mesmo.
–

Marrocos, TOP 7 do ‘ranking’ de destinos qualidade-preço Best in Travel 2017

Um dia na vida de Jemaa el Fna, em Marrakech, Marrocos
A praça principal de Marrakech é o eixo mágico da cidade, um cenário que inclui espectáculos de rua, durante todo o dia. Como um bom mágico, Jemma el Fna não revela seus truques em seguida, então a pessoa gosta do show. Este é um relato do que se pode esperar durante a manhã, a tarde e a noite.

MANHÃ
Os vendedores de sucos, são os primeiros a ser instalado, com seus carrinhos cheios de pirâmides de laranjas. Os vendedores de água enfeitada com fez-lhes pisam os calcanhares, repicando os sinos enquanto patrulham a principal artéria, em direção à Mesquita de Koutoubia, cujo minarete dourado preside o caos da cidade a partir de 1162. Sob o céu azul da manhã, Jemma el Fna é como qualquer outra praça da cidade velha, uma vasta extensão de pavimento cinzento rodeada de cafés.
A meio da manhã uma tir tropa de vendedores ambulantes esperança invadiu o pavimento, colocação de guarda-chuvas para marcar seu território. Os tatuadores de henna chegam equipados com seringas e pastas de desenhos, enquanto que os naturais expõem suas poções parar curar eczema, dores de barriga e de impotência. Os dentistas se sentam em cadeiras de plástico para-peitos, depois das amostras dos dentes que foram extraídos com êxito perto das lonas onde os vendedores de bugigangas expõem suas memórias baratos.
Jemaa el Fna, em Marrakech, Marrocos © Montse PB / Para saber mais, busque no Flickr por essa foto: montseprats/5340583888
O gemido agudo da flauta do encantador de serpentes é a trilha sonora da manhã. No meio da praça, o flautista realiza a sua seleção de grandes sucessos, a base de melodias estranhas e lamentosas, perante uma audiência de cobras letárgicas. Seus cúmplices se esforçam para chamar a atenção, mostrando cobras a quem passe por lá. O show não acaba de iniciar, a praça ainda não está desperta.
TARDE
O sol se arrepende obriga a Jemaa el Fna a baixar um pouco o ritmo. Os domadores de animais abrem caminho por entre grupos de viajantes curiosos, seguidos por macacos de torpe andares vestidos com tutus rosas ou brandindo falcões de olhar aborrecida, para que os turistas se retratem com eles. Troupes de acrobatas formadas por meninos fibrados se exibem com manobras de todo tipo à beira da praça, com a esperança de conseguir algumas moedas dos bebedores de chá de hortelã dos cafés. Os artistas da henna têm o olho posto em turistas, enquanto que os vendedores ambulantes oferecem girafas de madeira de olhar triste para qualquer um que esteja parado por um momento.
Jemaa el Fna, em Marrakech, Marrocos © Michael Heffernan /
Quando o pior calor do dia começa a descer e as sombras se alongam na praça, um esquadrão bem preparado de homens puxando carrinhos entra na praça, no meio de um show de sons metálicos. Levantam postes de metal, colocados bancos e assentos, e oscilam de um toldo velho. São barracas de comida Jemaa el Fna, que vão tomando forma para a noite, preparados para dar de comer aos transeuntes da praça com pratos económicos de tajine e carnes grelhadas, como têm feito cada noite durante décadas.
Um punhado de músicos toma posições, um par de malabaristas aquecem lançando bastões ao ar… E enquanto os postos de comida começam a funcionar, a gente começa a encher a praça e se respira expectativa.
NOITE
Ao cair da noite, o fluxo de pessoas na praça se torna constante. O que no passado fora a praça pública nas execuções de Marrakech, com estacas onde perfurou as cabeças dos condenados (o nome da praça, que significa “reunião dos mortos”) evoluiu daquele passado cruel para se tornar o centro de lazer da cidade durante o século XIX. Acendem-Se as luzes e as primeiras colunas de fumaça erguem-se acima de barracas de comida, onde já se aquecem as grades. Montanhas de moluscos, convidam os clientes a tomar caldo de caracol enquanto os garçons vão patrulhar a área, cartas na mão, à procura de clientes.
Jemaa el Fna, em Marrakech, Marrocos © www.hacienda-la-colora.com
Bandas musicais batem tambores começam a tocar violino, cantam e melhoram seus alaúdes, se preparando para a grande batalha sinfônica da noite. As melodias das bandas misturam-se no tumulto da praça com o voceo de cozinheiros e o som da flauta dos encantadores de serpentes.
Pequenos grupos de pessoas se aproximam para ouvir os contadores de histórias, que quase têm que gritar para que se possam ouvir. Em um canto da praça, outro grupo se reúne em torno a um espetáculo de comédia onde um homem bate em outro com um pedaço de pau. Músicos gnaoua tocam uma melodia rítmica enquanto diversos grupos populares berberes atendem ao público, incorporando truques para a atuação, quem poderia resistir a um cantor com um galo na cabeça?
Jemaa el Fna, em Marrakech, Marrocos © www.hacienda-la-colora.com
As franjas do fez-se agitam, os dançarinos giram e os macacos se coçam a cabeça. Ao cair da noite, Jemma el Fna não pára nem para tomar ar, enquanto os postos de comida que se enchem com clientes ávidos de tajine e os artistas o dão tudo agindo. É o momento mais vivo da praça, como se esta se tivesse tomado uma poção de postos de os divinos e se sentisse em plena forma, com espectadores e artistas, formando um revolto mar de sons e espetáculos.
À meia-noite, o cansaço faz mossa, e o coração de Marrakech baixa o ritmo, enquanto todo o mundo recolhe seus pertences. A 1.00 da festa foi esvaziado, apenas os varredores de rua que apagam os últimos restos da farra e preparam o espaço para que um dos maiores espetáculos do planeta, comece de novo no dia seguinte.

Empreenda as propostas de mudança pela aviação brasileira

A Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) propôs a revisão das Condições Gerais de Tráfego (CGT) com o objetivo final de alavancar a atividade do setor com a otimização de serviços e custos. É acontecimento que a aviação brasileira nem está em legal fase. Basta ver nos noticiários os ajustes de corte no orçamento, elevação dos custos, cancelamento de expansão das corporações e consequente perda de competitividade em voos internacionais. Hoje o setor lida com a baixa busca em um tema instável politicamente. Ainda nem é possível determinar quais respingos cairão sobre o assunto nossa economia já sensível à desvalorização do real e desemprego grande. Para que pessoas viaja, fica a dúvida se as propostas serão favoráveis ou mais um peso pela conta de cada viagem. Veja a seguir quais as principais mudanças cogitadas. Os pontos em análise seguiram pra fase de discussão em audiência pública, uma em São Paulo e outra em Brasília. O público também poderá participar na web.
Nos dias de hoje o sistema de cobrança por volume e peso da bagagem despachada e de mão seguem alguns parâmetros da Anac. A revisão propõe que os padrões sejam alterados e então desregulamentados. Assim cada organização vai elaborar teu próprio método de cobrança e deverá ser ajeitado ao critério adotado por outros países. A impressão que fica é que comprar passagem aérea vai ser mais confuso do que já é e as contas na ponta do lápis do que compensa ou nem deverá ser mais criteriosa.
No entanto, ainda é cedo para saber por causa de o serviço e a cobrança poderão simplificar a nossa vida e o preço não escapulir muito do atual. A proposta é que o limite de peso para bagagem de mão mude de 5 para dez quilos, o que é ótimo para as pessoas que quer viajar sem despachar nenhuma mala e sair rapidinho do aeroporto de destino. Essa nova delimitação vai segundo o porte de cada aeronave e volume.
Já nos voos internacionais a mudança é gradativa. Dos atuais trinta e dois quilos que são capazes de ser despachados, a revisão propõe que sejam dois volumes de 23 quilos qualquer um só por meio da vigência da publicação. Ok, parece envolvente pelo motivo de dizem que nós brasileiros temos leis mais abrangentes quanto ao volume aceitável do que em outros países, no entanto a tendência é que a gente “entre no eixo” e aprenda a fazer malas mais enxutas ou abrir a carteira para pagar pelos excessos. Dentro de um ano, ou melhor, no final de 2017, será reduzido para um volume de 23 quilos e, após mais um ano, fica a critério das organizações cobrarem deste modo. “Acredito que a novidade não trará tanta mudança ao bolso do comprador, entretanto pode haver qualquer repasse por este gasto e é preciso estar preparado”, anuncia o educador financeiro Pedro Braggio.
Outra revisão prevista é a isenção de assistência utensílio após 24 horas no momento em que o fundamento de atraso ou cancelamento de voos for de “força superior imprevisível”, como fatores climáticos. Essa assistência é a acomodação, alimentação e acesso à comunicação no momento em que tu não consegue chegar ao seu aeroporto de destino. A organização dá o auxílio e tem vinte e quatro horas para resolver isto. Passado esse período e o impedimento continuar, já nem será mais responsabilidade dela. O mau tempo é o principal fator para essa revisão, que foge da alçada da corporação em resolver e ainda ter que arcar com tais custos por longo tempo.
– Se você compra a passagem e por conta de alguma eventualidade não podes mais viajar poderá ter o direito à desistência. Contudo atenção às normas: é possível ser reembolsado no valor da passagem caso esta tenha sido comprada no mínimo 7 dias antes da data do voo. E o pedido de desistência deve passar-se em até vinte e quatro horas após feita a compra para dessa forma receber cem por cento do valor.
– De acordo com a companhia, os bilhetes conseguem ser transferíveis a outra pessoa. E caso o nome ou sobrenome esteja falso, poderá ser corrigido pela organização, sem custos, antes da emissão do cartão de embarque.
– Se houver cancelamento ou alteração, a companhia deverá doar uma opção de bilhete com multa de até 5% do valor pago.
– Quando o voo for alterado e esta mudança for superior do que 15 minutos, tú pode discordar. Caberá à organização remarcar o voo com data e hora mais convenientes.
– Se você cancela o voo, o reembolso ou estorno necessita ser feito em até sete dias depois da solicitação, conforme as normas da companhia. Já o reembolso por atraso, cancelamento, interrupção e preterição deve ser instantâneo.
– Pro extravio de bagagem em voo doméstico ou com destino para o Brasil, há uma socorro imediata de 100 DES. Trata-se do Justo Especial de Saque que tem cotação pelo Banco Central e funciona como outra moeda: 1DES equivale sobre R$ cinco. Se a mala for extraviada em voo com destino internacional o reembolso necessita ser feito no valor limite de um.131 DES em até 14 dias.
A proposta de revisão já foi aprovada pela Anac e está em fase de realização de audiência pública. Elas serão realizadas no dia 5 de abril em Brasília e oito de abril em São Paulo e na web, por envio de e-mail à Anac. A Associação Brasileira das Empresas Aéreas (Abear), que representa as companhias Gol, TAM, Azul e Avianca, é favorável às mudanças do ponto de visibilidade de perspectiva de melhoria de serviços e custos e até de competitividade no mercado. A perspectiva da Anac é de que as normas atraiam o ingresso de empresas de pequeno custo (low-cost) no mercado nacional.
O Ministério Público Federal em São Paulo resolveu cobrar mais informações à Anac sobre a consulta pública que poderá mudar normas como a da cobrança de bagagem. Outra questão em visão pelo órgão público é a limitação da assistência prestada em voos atrasados e cancelados. A agência recebeu período de quinze dias para enviar as informações, até o término do mês de março.
Também está em trâmite a Proporção Provisória 714, que permite a participação de 49 por cento de capital estrangeiro nas companhias brasileiras. A ideia é que a ampliação de 20 por cento ara 49% facilite o acesso ao crédito no exterior e amplie a circunstância de parcerias e associações. A MP ainda necessita atravessar pelo Legislativo e pelo Congresso até 30 de junho.
Msthurnell/ e /

Denver, TOP 9 del ‘ranking’ de Melhores destinos nos EUA 2017

Montanhas, música e cerveja artesanal: redescobrindo Denver, Colorado
O segredo está na boca de todos: a Mile High City é mais do que a porta de acesso para as montanhas Rochosas. A Denver de hoje, jovem e próspera, combina uma rica oferta cultural, um pujante setor de cerveja artesanal, esportes de primeira divisão (vamos lá, Broncos!) e um estilo de vida inspirado pelas atividades ao ar livre. Ah, e legalizou a maconha. Todo mundo tem um motivo para visitar Denver, e quem pisa pela primeira vez descobre logo.

Bem localizada ao pé das montanhas Rochosas, Denver tem muito a oferecer a quem a visita pela primeira vez © gcosoveanu / iStock / Plus
UM PANORAMA ARTÍSTICO FLORESCENTE
Para visitar galerias e estúdios de artistas locais, há que ir aos bairros de Santa Fé e River North, RiNo. Ambos têm um ambiente boêmio e dinâmico, que combinam com um forte senso de comunidade, há murais, estúdios de tatuagem, lojas reformados e jardins de bairro. O First Friday de cada mês, as galerias ficam abertas até tarde em ambos os bairros, para que a gente descubra o panorama artístico local e se divertir na rua.
O Denver Art Museum abriga coleções e exposições, além de apresentações interativas para os mais pequenos (que evitarão qualquer pataleta). Destaca-se a American Indian Art collection, com cerca de 20 000 peças representativas de quase todas as tribos dos ESTADOS unidos da américa e Canadá.
Ícone arquitetônico de Denver, o edifício Frederic C. Hamilton foi projetado por Daniel Libeskind © Liza Prado /
Junto a ele, o moderno Clyfford Still Museum é dedicado completamente ao pintor que lhe dá o nome. Foi construído para mostrar a arte expressionista de Still, e contém 95 % de sua obra. É a coleção de um grande artista do século XX, a mais bem preservada do mundo.
ARTE AO VIVO NO MILE HIGH
O Denver Performing Arts Complex é um enorme centro de arte de quase 5 Ha no centro de Denver. Possui teatros modernos, áreas de actuação, uma sala de concertos e ópera. É um bom lugar para assistir a espectáculos ao vivo, a partir de musicais da Broadway ao torneio de slam poetry.
Para desfrutar do melhor do jazz e blues da região pode ir para O Chapultepec, ‘The Pec’, um local simples, com música ao vivo todas as noites, jam sessions incluídas. Se anima muito os fins-de-semana, sobretudo depois das 22: 00h.
O Red Rocks Amphitheatre atrai espetáculos e artistas de indie rock de primeira linha, e o público adora © Liza Prado /
Tecnicamente, não está em Denver, mas vale a pena percorrer os 24 km até Red Rocks, um anfiteatro natural ao ar livre, cercado por rochas de arenito de 90 m de altura, que criam uma acústica perfeita. A maioria dos concertos começam ao pôr do sol, com as pedras brilhantes e as luzes titilantes da cidade ao fundo. Pelo palco passaram artistas do tamanho do U2, Bruce, Dave Matthews e muitas grandes promessas. Algumas noites também se projetam clássicos do cinema.
AO AR LIVRE PARA O GRANDE
Confluence Park é um instantâneo do estilo de vida denveriano, com quilômetros de vias para bicicletas de corrida e caminhada, além de áreas verdes para deitar-se ao sol, e águas pouco profundas, para que se bañen os mais pequenos. Os mais corajosos podem alugar um caiaque no REI e lançar-se às águas bravas. No verão, há um ciclo gratuito de concertos. Se a tudo isso se somam as vistas ideais da cidade, o resultado é uma grande excursão de um dia.
Ideal para passear, ir de bicicleta ou de piquenique, e Serra Park personalize o estilo de vida denveriano ao ar livre © Liza Prado /
Cherry Creek Trail convida ciclistas e corredores para percorrer um caminho asfaltado de 68 km, que serpenteia entre as paisagens urbanas de Denver e dois parques estaduais. Para alugar uma bicicleta meia hora, você pode ir a Denver B-cycle, para saídas mais longas, a Bicicleta Doutor.
PUFF O DRAGÃO MÁGICO
É difícil não sentir curiosidade por saber que a maconha é legal, em Colorado. Denver é uma cidade com mais lojas de maconha do estado, mais de 100 na última contagem. As melhores lojas vendem como se fosse um vinho seleto: cultivada cientificamente e misturada com qualidade, para produzir sabores e intensidades específicas (com nomes como Bubba Kush e Super Lemon Haze).
Se bem que conseguir ‘grama’ é fácil, compartilhá-lo é mais complicado, especialmente para estrangeiros. Continua a ser ilegal consumi-la em público e a polícia de Denver leva muito a sério. Alguns hotéis permitem fumar maconha em suas instalações, e há muitos circuitos dedicados ao cannabis, a maioria dos quais incluem visitas a uma clínica e percursos dos cultivos em carros ou ônibus de fumadores. Para mais informações, deverá consultar o Colorado Pot Guide.
A MECA DA CERVEJA ARTESANAL
Poucos sites são melhores que o Denver, berço do Great American Beer Festival, para desfrutar da cerveja artesanal. Segundo dizem, é a cidade com mais microcervejarias por habitante do país.
A Great Divide Brewing Company é um clássico de Denver. Foi um dos primeiros bares que abriram no centro, e quase todos os velhos subarus da cidade levam adesivos de sua icônica Yeti Imperial Stout.
Black Shirt Brewery Co. está muito perto de outras lojas do RiNo Art District © Liza Prado /
Um dos bares preferidos dos moradores, Black Shirt Brewing Company, encontra-se no RiNo Art District. É especializado em cervejas vermelhas artesanais, saisons e porters, e algumas delas amadurecem três anos.
Renegade Brewing Company teve um início de ano: um tipo recebeu um kit para fabricar cerveja como presente de Natal e descobriu a sua missão na vida. No moderno bairro de Santa Fé, suas cervejas são criativas e nada empalagosas. Destacam-se a Earl Grey Rede Rye Ale e a Grapefruit Double IPA.
ESPORTE DURANTE TODO O ANO
Com sete equipes profissionais –os ‘quatro grandes’ (futebol americano, beisebol, basquete e hóquei), duas equipes de lacrosse e um de futebol–, é fácil ver um evento em Denver, em qualquer época do ano. Há três estádios muito perto do centro da cidade: Pepsi Center, Sports Authority Field at Mile High, e Coors Field. O quarto, Dick’s Sporting Goods Park, fica no leste da cidade.
ONDE FICAR
Denver é uma cidade compacta. Você nunca está a mais de um par de quilômetros de seu destino, esteja onde esteja. No centro da cidade, este elegante Hotel Monaco cuida de todos os detalhes (inclusive oferece peixes dourados como animal de estimação). Se o passageiro preferir um B

Os vulcões mais lindas do mundo

12 cantos para ouvir o rugido da Terra
Os vulcões sempre têm atraído a atenção de viajantes, fotógrafos e aventureiros. Produz um certo medo de se aproximar dessas montanhas, mais ou menos imponentes, por onde é possível perscrutar o interior da Terra. Há vulcões acessíveis e para os outros que é quase impossível se aproximar, mas todos deixam imagens e experiências inesquecíveis. Estes são os 12 vulcões mais imponentes do mundo.

1. CRATERA DO NGORONGORO, TANZÂNIA: a esmagadora concentração de animais
Cratera do Ngorongoro, Tanzânia © Roman Boed / Para saber mais, busque no Flickr por essa foto: romanboed/8367677621
A borda da cratera do Ngorongoro não é apenas uma das melhores caldeiras intactas do mundo, mas também é um lugar que coloca um dilema para o viajante: o ficar acima ou seguir para a frente? Ficar em cima, é tentador, porque a cratera enfeitiça quanto mais você observa. A fértil terra que se vê à distância, rodeada por lindas profundidades de centenas de metros de altura, está cheia de pântanos, florestas, o lago Magadi e faixas de ervas da savana. Que todo o mundo acabe caindo não é porque as vistas têm nada de errado, mas pela riqueza do que espera para baixo.
A concentração de fauna na cratera do Ngorongoro, especialmente de leões e outros grandes predadores, não tem paralelo na África e continua sendo um dos melhores lugares do planeta para ver rinocerontes negros em liberdade.
2. ETNA (SICÍLIA): a ilha fumegante
Diria que os habitantes de Catania devem passar o dia monitorando com o canto do olho para o monte Etna, o vulcão que leva destruindo os assentamentos construídos a seus pés desde a época romana. No entanto, essa besta fumegante faz parte de suas vidas, e que se adaptam. Ir para a Sicília obriga a subir até o topo, onde o Etna lhe as boas-vindas com um grande espetáculo de luz e som, e, em seguida, retirar-se para tomar uma bebida contundente do vinho tinto que ocorre neste singular solo vulcânico.
Como chegar: Catania, repleta de pedras de lava e igrejas barrocas, é a cidade mais próxima ao Etna, e alugando um “trotinette” você poderá subir ao vulcão com elegância.
3. KOYA-SAN (TÓQUIO): uma experiência religiosa
Koya-san, cemitério, Tóquio © Pal Teravagimov /
Localizado no norte da província de Wakayama, o Koya-san é importante como destino e como a viagem em si mesmo. O trem serpenteia por entre vales e montanhas antes da fase final, no teleférico, que leva à localização tranquila do arborizada Koya-san. Mais de 110 templos que fazem parte deste complexo monástico, centro da escola Shingon do budismo esotérico. Mas é possível ir para passar o dia, recomenda-se pernoitar no templo para se ter uma idéia de como é a vida de um monge budista japonês.
Como chegar: Na estação Namba em Osaka se toma o trem para Gokurakubashi e de lá ao teleférico que sobe a montanha.
4. VULCÃO ARENAL (COSTA RICA): estampas vulcânicas
Este imponente vulcão que domina toda a área serve de pano de fundo a todo o momento, seja percorrendo caminhos de lava, praticando windsurf no lago Arenal ou pedalando por estradas remotas. Já não fornece esses espetaculares fogos de artifício à noite, quando cuspia lava líquida que descia por suas encostas, esteve inativo desde 2010. O que resta é um pico de postal, delicado embora ainda fumegante, rodeado de matas ricas em fauna, cachoeiras e fontes termais.
Como chegar: A Fortuna é a principal porta de entrada para o vulcão. A estação seca vai de fevereiro a abril.
5. KILIMANJARO (TANZÂNIA): da savana ao topo
Kilimanjaro, Tanzânia © Ian Lenehan / 500px
Correr com um glaciar, estando três graus ao sul do equador é surpreendente, mas subir este monte é algo alucinante e cheio de contrastes. Os sentimentos vão desde a euforia de contemplar as queimadas planícies tanzanas ao completar o amanhecer até às fortes vontade de vomitar após a subida. De acordo com qual das seis caminhos se tome, a ascensão do portão do parque, até o pico Liberdade pode levar menos de quatro dias, se atravessam cinco zonas ecológicas, desde a savana africana até a parte alpina, onde a temperatura chega a cair até -25º C. O Kilimanjaro é o pico isolado mais alto do mundo (5895 m), e a rápida mudança de altitude malogra muitas tentativas de completar. Fazendo caso do que dizem os guias –pole, vitória (devagar, devagar)– talvez se consiga atingir o teto de África.
Como chegar: As localidades de entrada são Moshi e Arusha.
6. LAGO DE OMETEPE (NICARÁGUA): a jóia do lago Nicarágua
As duas razões mais óbvias para visitar Ometepe, a maior ilha do maior lago da américa Central, são os vulcões Madeiras e Concepção. Algumas excursões bastante difíceis nos permitirão ver macacos e atravessar florestas de nuvens até atingir o topo. Em Ometepe também há inscrições rupestres, praias e propriedades maravilhosas. A sua história está coalhada de piratas e conquistadores, e tem a fama de ser um lugar sagrado. Há que ir porque já existe um projeto de canalização que transformará o lago Nicarágua.
Como chegar: Há ferries para Ometepe, a partir de São Carlos, Granada e São Jorge.
7. SNAEFELLNES (ISLÂNDIA): inquietante esplendor vulcânica
Snaefellnes, Islândia © Markus Ulrich / 500px
A península de Snaefellnes é um promontório, açoitado pelo vento e habitado essencialmente por ovelhas molhada pela chuva, mas tem um charme especial e quase mágico. Julio Verne ambientó aqui o seu livro Viagem ao centro da terra, e sobre a península se ergue a branca mole Snæfellsjökull, um vulcão ativo coberto por um glaciar que aparece no livro. Com uma moto de neve, você chega à ponta, de onde se obtêm as melhores vistas da Islândia: praias longas que se perdem no horizonte, geleiras para o leste e marés do atlântico por três lados. E sem uma alma.
8. MONTE FUJI (JAPÃO): a montanha mais famosa do Japão
Ver em directo o Fuji é como entrar em uma gravação em japonês. Este vulcão foi a musa de Katsushika Hokusai, o gravador que criou as imagens mais representativas do Japão imperial. Subir até a cratera é todo um ritual japonês, se bem que a experiência e a sensação de realização é tem que compartilhar com uma multidão. Muitos se contentam com admirar a montanha a partir dos cinco lagos do Fuji ou a partir dos campos de cerejeiras de Fujiyoshida.
Como chegar: Você pode ir de alguma das estações: Gotemba, Fujinomiya, Subashiri ou Kawaguchiko. A temporada de caminhadas é de julho a agosto.
9. MONTE NYIRAGONGO (REPÚBLICA DEMOCRÁTICA DO CONGO): boca do inferno
Cratera do Nyiragongo, República Democrática do Congo © MONUSCO / Abel Kavanagh / Para saber mais, busque no Flickr por essa foto: monusco/21052498552/
Entre os vulcões de mais difícil acesso, está o Monte Nyrangongo, no Parque Nacional de Virunga. Vale a pena porque é um dos mais atraentes do mundo: um vulcão, que se alimenta constantemente de um lago de lava fervente, que entrou em erupção mais de cinqüenta vezes ao longo do século XX e que continua na ativa, com um lago laranja que parece a entrada para o inferno.
Como chegar: o Acesso à borda da cratera não é fácil: você tem que dirigir e caminhar por mais de 500 km a uma altura de 1400 m, atravessando uma selva cheia de chimpanzés, macacos e antílopes.
10. VULCÃO MAUNA LOA (HAVAÍ): um dos grandes
Entre os maiores vulcões do mundo é o Mauna Loa, que foi um dos criadores da ilha. Em 1984 voltou a entrar em erupção, e naquele momento ficaram muitas fotos. Faz parte do Parque Nacional dos Vulcões do Havaí, declarado como Reserva da Biosfera e Patrimônio da Humanidade pela UNESCO.
11. PITÃO FOURNAISE (REUNIÃO): Mordor, no oceano Índico
Pitão de la Fournaise, Reunião © Sebastien Conejero / 500px
A ilha francesa de Reunião deve muito ao vulcão conhecido como Pitão Fournaise (literalmente, pico do forno). Por um lado, boa parte da ilha foi cuspo, do seu topo, na forma de magma derretido. Apesar de o paradisíaco da paisagem, é um dos vulcões mais ativos do mundo, com mais de uma centena de erupções registradas a partir de 1640. Embora não se possa ver todo o show do magma caindo em cascata, há de enxofre para aborrecê-lo, especialmente se percorrem os campos de lava os lados do vulcão. Se parece muito com a representação de Mordor, em O Senhor dos Anéis.
12. STROMBOLI (ITÁLIA): fogos de artifício naturais
Um dos vulcões ativos mais acessível é este das ilhas Eólias, de grande atividade. A zona está controlada e os visitantes podem aceder aos sítios ativos acompanhados de guias especializados.
Este vulcão que dá nome a um tipo de vulcão, estromboliano, e produz explosões espetaculares. Desde que o permita a atividade do vulcão, pode-se observar a montanha cuspindo lava desde um mirante 918 metros.

Vulcões para conhecer mais

Este artigo é para as pessoas que tem Aventura como sobrenome. Ama ver onde tudo ocorre: de uma cachoeira gigante, picos com paisagens de recolher o fôlego ao pé de vulcões que conseguem atormentar quem estiver em volta a cada instante. O perigo de visitar um vulcão é sempre vasto, no entanto convenhamos que é o passeio a se fazer uma vez na vida. É lá que se percebe a força da meio ambiente e o respeito que se deve ter por ela. Para aguçar seu paladar aventureiro selecionamos alguns vulcões que intimidam, todavia permitem você perceber o núcleo borbulhante da Terra.
Nem bastante retirado do Brasil, a Avenida dos Vulcões, pela Cordilheira dos Andes equatoriana, já dá para constatar o friozinho na barriga de estar perto de um gigante adormecido. Um não, vários. Ao todo são oito dos maiores montes do país. O apelido à região, que se estende até o sul da capital Quito, foi dado pelo explorador alemão Alexander von Humboldt, em 1802.
O mais alto deles é o Chimborazo, com seis.Dois mil metros, mas que não entra em vigor desde o século 6. O mesmo não se pode manifestar do segundo mais grande, o Cotopaxi (cinco.8 1000 metros), que já expeliu chamas por 50 vezes nos últimos 300 anos. No Parque Nacional Cotopaxi você pode escalar o vulcão. No ambiente há também as formações Corazón, Rumiñahui e Atacazo, além de restaurante e um hotel de luxo.
Mesmo dinâmico desde 1968, no momento em que a última erupção destruiu vilarejos e deixou dezenas de mortos, o Arenal é um grande atrativo turístico pela Costa Rica. Ele é considerado um estratovulcão, por ter suporte em modelo de cone, encostas íngremes e uma pequena cratera no cume. Teu formato é semelhante ao Teide (Espanha), Fuji (Japão), Cotopaxi (Equador), Mayon (Filipinas) e Rainier (EUA), considerados os mais letais do planeta por terem causado a morte de mais de 260 mil pessoas desde o ano 1500. Isto por causa de são feitos com camadas alternadas de fluidez de lava, cinzas e blocos de pedra não derretida.
A pressão de uma camada a respeito da outra faz com que a erupção seja violenta. Tu pode percorrer o entorno do Arenal, subir fração dele ou ainda apreciar o equipamento alaranjado que percorre um de seus lados. Nem é extremamente seguro dirigir-se além pelo motivo de apesar de fazer tempo que nem tem erupção, ainda há gases tóxicos sendo ventilados. Contudo há quem se arrisque e pague caro por essa aventura. Dentro do Parque Nacional Vulcão Arenal você poderá aderir aos esportes radicais: rafting, rapel em cachoeira, trilhas e mountain bike.
Mantido pela Unesco, o Popocatépetl é um dos mais ativos no país, a 70 quilômetros da Cidade do México. Teu nome ou melhor “montanha de fumo” em Nahuatl. No século 16, monges construíram monastérios nas encostas do monte. Habitantes que vivem bem próximo dele sabem do risco desde estrato-vulcão “enfurecer”.
O Centro Nacional de Prevenção de Desastres no México classifica a atividade do Popocatépetl na fase 2, amarela, em que orienta impossibilitar aproximar-se a um raio de menos de 12 quilômetros e mantém alerta para planos de evacuação em caso de erupções mais intensas. Atualmente o vulcão mantém atividade explosiva considerada de baixa a intermediária, nuvens de cinzas e experctativas de erupções de curto alcance.
Em extrema atividade, o monte Mayon, pela província de Albay, é considerado um dos mais bonitos vulcões na tua assimetria e formato cônico, do tipo “clássico”. É desta maneira que quem se arrisca em escalar suas encostas íngremes são os mais adeptos a aventuras deste tipo.
Em 2013, ele expeliu cinzas e pedra, formando uma nuvem de 500 metros sobre o pico. 5 alpinistas faleceram enquanto escalavam em direção ao cume. Nos registros, o monte Mayon entrou em erupção quarenta vezes em quatrocentos anos.
A ilha do gelo, ao norte do continente europeu tem mais de 100 vulcões, dos quais cerca de trinta são ativos. Em média, o país registra um evento vulcânico significativo a cada 5 anos. As atividades mais recentes foram o Eyjafjallajokull, em 2010, e Bardarbunga, em 2014. Desde a Idade Média, um terço de toda a lava que cobriu a superfície no planeta foi gerada por erupções pela Islândia. O país concentra tanta atividade por causa de está a respeito da divisão das placas tectônicas que dividem a Eurásia da América do Norte.
De retirado o passeio mais incrível para se fazer quando se fala vulcões é no Thrihnukagigur. Ao sul da ilha, o vulcão adormecido há quatro mil anos revela teu interior aos aventureiros curiosos. Em sua câmaras de magma – em desuso, claro -, tú desce 110 metros por um tipo de elevador e se depara com a coloração dos tons do arco-íris nas paredes. A câmara é tida como o coração de um vulcão, em razão de é ali que a rocha em estado líquido se concentra até descobrir uma fresta para explodir para a superfície. Normalmente a cratera se fecha com a lava já fria e endurecida, mas o Thrihnukagigur é uma exceção.
Segundo o governo do país, a mesma atividade geológica que cria os vulcões provê o suprimento de energia geotérmica quase que infinita. Por volta de 90 por cento das casas pela Islândia são aquecidas com calor geotérmico, um dos tipos de energia mais baratas e limpas no planeta.
Cada diz sobre Havaí envolve no mínimo surfe, praia e vulcões. Em uma geografia de muitas montanhas e mar de águas cristalinas, a atividade mais intensa da meio ambiente por ali vem da terra. A cadeia de ilhas que formam o Havaí tem por identidade as atividades vulcânicas que deram e ainda dão modelo a elas. São ilhas vivas. O Parque Nacional de Vulcões do Havaí tem entre seus personagens mais velhos o Mauna Loa, também o mais largo no planeta.
O vulcão mais jovem da Terra e mais ativo – e e mais popular desta maneira – é o Kilauea, que fica pela Big Island. Desde 1983 ele se descobre em erupção praticamente sem parar, o que acrescentou à ilha uma área de dois mil m². Pros habitantes e turistas é um espetáculo para se visualizar de tão perto e diariamente. O Kilauea tem mais de uma cratera, sendo a Halema’uma’u considerada a residência da deusa Pele. Na espiritualidade dos havaianos, ela é a deusa que aprecia viver em poços profundos, cheios de fogo. Tendo passado por imensos vulcões pelo arquipélago, dizem que ela habita o Kilauea e que sua presença provoca espetáculos geológicos.
Espalhados pelo arquipélago, vulcões adormecidos ou em plena atividade marcam o alerta constante e os registros históricos da região. A erupção do Gunung Tambora, em 1815, provocou tamanha nuvem de fumaça que alterou o clima no mundo durante um ano. Já em 1883, a erupção do Krakatau provocou um tsunami e, com ele, a morte de milhares de pessoas. Isso mostra o potencial destrutivo de elementos da própria natureza e ao mesmo tempo o convívio dos seres vivos com tamanha força.
O monte Bromo é famoso na fumaça avermelhada e pelo festival que o povo Tengger realiza. No decorrer do festival Kasada, eles ofertam vegetais, frangos e até dinheiro atirando em direção à cratera. Ele está no Parque Nacional Bromo Tengger Semeru. Semeru também é um dos vulcões visitados. Tu podes percorrer o entorno deles a pé, de jipe ou até a cavalo.
Na dolce e bella Itália estão três vulcões bem conhecidos entre os turistas: Stromboli, Etna e Vesúvio. Pela região da Sicília, o vulcão Stromboli tem altura tímida, de 924 metros, com encostas não tão difíceis para as pessoas que nem é expert em escalada. O passeio todo toma 6 horas, sendo três para subir em direçã ao cume. Lá em cima tu vai avistar o pôr-do-sol sobre a região e ainda terá 45 minutos para apreciar o fogo na cratera.
Ali perto fica o Etna, vulcão mais alto em vigor na Europa. Apesar de estudado há diversos anos, continua imprevisível. Sua localização marca onde as placas tectônicas da Europa e da África se “batem”. O monte que tem mais de 400 crateras, passou a fazer divisão da lista de patrimônio mundial da Unesco na diversidade de fauna e flora endêmicas, resultando o recinto fonte de estudos e pesquisas. A escalada de três 1 mil metros toma um dia inteiro.
O vulcão Vesúvio, na cidade de Nápoles, precisa ser o mais turístico dos três, tendo entrado em em erupção pela última vez em 1944. Percorrendo 1 mil metros já se chega à cratera principal, de onde se podes observar o vapor de alguns pontos e o constante cheiro de enxofre. De lá de cima tú pode tocar micro-ônibus e táxis para descer. Vesúvio é com facilidade associado à cidade de Pompeia, que foi destruída em uma erupção em setenta e nove d.C.. Pessoas faleceram instantaneamente pelo calor da lava que, depois de esfriada e com camadas das cinzas, se imortalizaram para serem um dos registros arqueológicos mais impressionantes do planeta.

Omã, TOP 8 do ‘ranking’ dos países Best in Travel 2017

Mascate: mar, mercados e calma na capital de Omã
Entre as montanhas e o mar, a alongada cidade de Mascate, onde os edifícios são pintados de branco por decreto real e a moda dos arranha-céus tem passado por muito tempo, é um refúgio de paz nas quentes águas que a rodeiam.

Fundada há muitos séculos ao redor de dois portos naturais, a capital de Omã foi mantido, por tradição, um olho no comércio do Índico e o outro, nas antigas rotas do incenso do deserto interior. Hoje, com o seu respeito pelo património, as suas elegantes mesquitas, gosto conservador, requintados cafés e petúnias em flor, é a vencedora silenciosa da cultura árabe moderna.
DESFRUTAR O MAR
Mascate, Mutrah Corniche, Omã © Emad Aljumah /
Em muitos sentidos, Mascate (que significa “fondeadero”) vive para o mar e a pesca continua a ser uma importante indústria. Passeando pela Mutrah Corniche, do mercado de peixe ao mercado, é fácil ver que a cidade se define por sua dinâmica porto, com navios de guerra e navios de cruzeiro disputando o espaço com clássicos dhows de madeira, barcos de pesca e bandos de gaivotas. Algumas das melhores experiências da capital gira em torno do mar, como nadar nas águas tranquilas do Shangri-La’s Barr al Jissah Resort