Gante em 5 imprescindíveis

Classicismo e vanguarda presos em uma cidade medieval, com muito para oferecer. Hoje percorremos o melhor do passado, do presente e do futuro desta panela de pressão de tendências e cultura.

Castelo dos Condes de Flandres: vamos voltar a 1180, ano em que o empenho de Filipe de Alsácia, e mostrar quem reinava, pegou toda a sua forma e esplendor, dando vida a este castelo de visita imprescindível em Gante. Riqueza, o poder e a beleza fazem desta magna construção, que desde o século XII até nossos dias tem sido desde a antiga residência dos condes de Flandres até uma prisão do século XVII. Entre os seus monumentos históricos paredes guarda um museu da tortura, que, sensibilidades para um lado, se pode e se deve visitar.
O legado de Van Eyck: uma das obras de arte mais cobiçadas do mundo se encontra aqui, em Gante, e, mais especificamente, na Catedral de São Bavo, para onde voltou há quase meio século depois de um intenso périplo pelo mundo. Estamos falando do magnífico retábulo que os irmãos Van Eyck pintou em 1432 e que hoje é considerado um marco na história da arte. O político sobreviveu às guerras de religião, caiu com Napoleão em mãos francesas e até foi reclamado na Segunda Guerra Mundial pelos nazistas. Felizmente, “A adoração do cordeiro místico’, já está em casa para o deleite de nossos olhos, em uma visita a Gante.
Belfort: e se acabamos de falar de um dos ícones de Ghent, como é a obra de Van Eyck, não poderíamos deixar de lado outro dos elementos mais reconhecidos e reconhecíveis da cidade, seu campanário. Construído no século XIV mede 91 metros, daí que, desde seu mirante, localizado a mais de 60 metros de altura, se obtenham as melhores vistas da cidade. Solitário e majestoso, o campanário é o símbolo da autonomia da cidade.

Graslei e Korenlei: de certeza que se você perguntar a algum local, qual é o seu lugar preferido da cidade, a grande maioria confirmarão que é o Graslei. E é que, verdadeiramente, este porto medieval exala uma beleza singular, repleta de edifícios históricos refletidos no caudal do rio. Este lugar é ideal para um passeio ou para sentar e desfrutar de um bom café em qualquer um dos terraços da margem. Guildhalls como a casa sindical dos Marinheiros Livres, o Armazenamento de Trigo… cada casa do Graslei tem sua própria história, testemunho vivo do florescimento da economia gantesa durante a Idade Média. Na outra margem está o Korenlei, onde, infelizmente, apenas se conservam um par de fachadas originais de entre os edifícios que o compõem. Ainda assim, ela também tem muito charme.
Deixando de lado as guerras, campanários e estruturas faraônicos, passamos agora a Gent mais vanguardista, cheio igualmente de arte, mas com uma tendência muito mais atualizada.
DOK: cultura, arte, diferentes iniciativas desportivas, em uma área entre o porto velho e dos limites da cidade. Aqui, no meio de um espaço de discagem estilo industrial e portuário, encontramos um dos hervideros culturais e de tendências da cidade. Aires boêmios ressoam ao ar livre dentro das várias iniciativas levadas a cabo neste espaço recuperado para concertos, mostras de arte, cinemas ao ar livre ou engenhosas transformações arquitetônicas de embalagens industriais. Aqui, o antigo cais de Gante, encontramos a parte da cidade mais atual, jovem, moderno e até um pouco louca. Um lugar de encontro, uma plataforma criativa e um lugar de trabalho, mas também um lugar público, com pequenos e grandes eventos para grandes e pequenos, onde todo mundo é bem-vindo. Sim, também dos turistas.

Melhor em Viagens 2017

A lista imprescindível o para viajar em 2017
Quais são os lugares estarão na moda em 2017 para viajar? Quais os países que estão a ponto de descolar um turista e convém visitar o quanto antes? Em quais cidades ou regiões, se realizará um evento especial no próximo ano? A resposta está na BEST IN TRAVEL 2017, o esperado e prestigioso ranking que a cada ano elaborados pelos especialistas do . Este ano inclui, além disso, uma seleção dos 10 melhores destinos, que tem em conta a relação qualidade-preço.

OS 10 MELHORES PAÍSES PARA VIAJAR EM 2017

1. O CANADÁ. O segundo maior país do mundo vai comemorar o seu sesquicentenário, em 2017. A prolongada festa de aniversário dos 150 anos de sua confederação promete ser inesquecível.
2. COLÔMBIA. Colômbia mudou muito e esta jóia da américa do Sul ainda espera a visita do papa Francisco, a primeira de um sumo pontífice em mais de 30 anos.
3. FINLÂNDIA. Finlândia celebrará o centenário de sua independência com um novo parque nacional e a realização do Campeonato Mundial de Patinação Artística no Gelo e do Campeonato Mundial de Esqui Nórdico.
4. DOMINICA. A falta de praias novas e brancas, Dominica e manteve a homogeneização, a urbanização e o desmatamento que assolam outras partes do Caribe. Há que desfrutar da ilha antes de que chegue o turismo.
5. NEPAL. São muitos os territórios do Nepal que se livraram de sofrer grandes danos. Este país tem o fôlego necessário para reconstruir os seus monumentos e a sua infra-estrutura, recuperação e reconstrução com força.
6. BERMUDAS. Em junho de 2017 Bermudas para sediar a Copa América, e seu clima temperado e os ventos favoráveis a tornar-se o cenário ideal para a competição e para a sua próxima viagem.
7. MONGÓLIA. Em 2017 Mongólia subir o pano de um novo aeroporto na capital, uma instalação que simboliza a rápida modernização do país. Além da capital está a impressionante paisagem mongol, presidida pelo lago Ubsugul, a pérola azul da Ásia.
8. OMÃ. Foi a estrela da Arábia durante longo tempo, e agora, com mais voos do que nunca e hotéis selecionados por toda a parte, o governo está pronto para o Majarat Oman, um parque temático futurista familiar, que abrirá suas portas em 2017.
9. MIANMAR. A antiga Birmânia ansiava por uma mudança, e a escolha do primeiro governo civil em meio século tem todos os olhos postos no futuro. Visitar este país é ir onde a vida se move no ritmo intemporal dos monges cantores e os sinos dos mosteiros.
10. ETIÓPIA. Em 2017 uma nova companhia aérea vai fazer este país mais acessível do que nunca. Um calendário especial (não há outro lugar com 13 meses de sol) e horário, escrita, língua, cozinha, igreja e café próprios tornam a Etiópia é um país mais exótico.
AS 10 MELHORES CIDADES PARA VIAJAR EM 2017

1. BORDEAUX, FRANÇA. A nova linha LGV Sud-militar botas d, que começará a funcionar em meados de 2017, reduz o tempo de viagem a Paris, a apenas duas horas. A recém-inaugurada Cité du Vin oferece uma experiência vinícola de última geração e toda uma revolução gastronômica.
2. CIDADE DO CABO, ÁFRICA DO SUL. O setor da arte e do design receberá um bom impulso em setembro, com a inauguração do Zeitz Museum of Contemporary Art Africa (MOCAA), o maior museu do mundo de arte contemporânea africana.
3. LOS ANGELES, EUA. A expansão do metrô em 2016 faz com que rolar A ser muito mais fácil. A esta capital comercial, onde coexistem produtores de cinema e executivos, se deslocam muitos em busca do sol e um estilo de vida mais sustentável.
4. MÉRIDA, MÉXICO. Mérida foi declarada a Capital Americana da Cultura 2017, o que os visitantes lhes espera uma enorme oferta cultural de grandes eventos ao longo de todo o ano, na chamada ‘Cidade branca’.
5. OHRID, MACEDÓNIA. Ohrid tem uma localização espetacular: telhados de terracota e pináculos de igrejas antigas presididos por muralhas e torres. Deixou de ser um centro religioso ao resort de férias mais concorrido, agora é um bom momento para visitar a cidade.
6. PISTOIA, ITÁLIA. Esta cidade toscana mudará em 2017, quando assumir o seu papel como Capital da Cultura. Pistoia ganhou o título em reconhecimento a suas impressionantes credenciais culturais, sua devoção pelas ideias comunitárias e seu espírito empreendedor.
7. SEUL, COREIA DO SUL. A cidade inaugurada a última parte do Seoul Skygarden em 2017. Nesta ocasião, a via elevada em questão se tornará uma área verde com árvores, arbustos e flores que vão criar um arboreto de espécies locais.
8. LISBOA, PORTUGAL. Aqui perto esperam os museus lisboetas, a partir das obras egípcias do Museu da fundação Calouste Gulbenkian até o pop art do Museu Colecção Berardo. O apetite museológico da cidade é insaciável: em 2017 inaugura-se um novo museu dedicado à história do judaísmo em Portugal.
9. MOSCOVO, RÚSSIA. Em 2017 Moscou será uma das sedes da Copa das Confederações, e em 2018, do Mundial de Futebol. A duplicação do aeroporto de Domodedovo e uma nova linha de metrô ficam como nunca a conectividade da cidade.
10. PORTLAND, EUA. É a cidade norte-americano do futuro: uma cidade acolhedora, ética e sustentável que valoriza a boa vida e o tempo livre acima do desejo de riqueza e a ambição. Qual o melhor site para observar o eclipse solar do dia 21 de agosto de 2017?
AS 10 MELHORES REGIÕES PARA VIAJAR EM 2017

1. CHOQUEQUIRAO, PERU. Choquequirao foi o último refúgio inca, que resistiu aos conquistadores, e cada vez são mais os viajantes que querem visitá-lo. Um teleférico entrará em funcionamento em 2017 (ou mais tarde, por motivos de lentidão burocrática), e levá-lo em 15 minutos até este espetacular sítio arqueológico.
2. TARANAKI, NA NOVA ZELÂNDIA. Apenas 2% dos clientes internacionais da Nova Zelândia se aventuram nesta região que conta com uma nova galeria dedicada ao artista e poeta Len Lye. No vizinho Parque Nacional Egmont, pode-se realizar a melhor viagem de um dia do país.
3. AÇORES, PORTUGAL. Os recursos naturais deste arquipélago são excepcionais: espetaculares vulcões, aldeias medievais, briosos nascentes termais, falésias e escarpas crateras. Convém visitar em 2017, antes que se ponham de moda.
4. NORTE DO PAÍS DE GALES, REINO UNIDO. Surf Temos o exemplo da reinvenção da região: as ondas de surf de artifício mais longas do mundo, Zip World com a corda mais rápida do mundo, trampolins gigantes em cavernas sob Blaenau Ffestiniog, e o Parque Nacional Snowdonia, designado ‘reserva de céu escuro’ por seu nula poluição luminosa.
5. AUSTRÁLIA DO SUL. O Queen Mary 2 coloca rumo à Austrália do Sul em suas viagens de 2017 e decidiu não entrar somente no seu artística capital, Adelaide, mas incluir também o charme rústico da ilha Kangaroo, um banquete requintado para todos os gostos.
6. AYSÉN, NO CHILE. Na região da Patagônia chilena, existe apenas uma estrada para desfrutar de uma rota caleidoscópica com fiordes nevoentos, florestas tropicais, áridas pampas e lagoas. Aysén é um cenário extremo, com novas rotas à geleiras menguantes e uma enorme nova reserva.
7. ARQUIPÉLAGO TUAMOTU, NA POLINÉSIA FRANCESA. Há que imaginar um lugar de coral junto ao mar, um anel perfeito de ilhéus, com bancos de areia e sinuosos coqueiros. E se isso não é suficiente, Tuamotu é considerado um dos melhores destinos de mergulho do mundo, e em 2017 inaugura-se um novo barco de mergulho com alojamento a bordo
8. COSTA DA GEÓRGIA, EUA. Os encantos desta região são um segredo bem guardado. Se o viajante procura um refúgio de beleza incomparável, agora é o momento de visitá-la. E para uma despedida memorável 2017 pode coincidir com a 42a edição do New Year’s Bluegrass Festival de Jekyll Island.
9. PERAK, MALÁSIA. A capital de Perak, Ipoh, é o epicentro de uma reforma que combina o novo e o antigo. Locais tão alegres como Roquette Cafe, Burps

Oito aplicativos que te ajudam a controlar os gastos

Você pode estar perturbado com finalidade de viajar, no entanto se suas economias não vão bem, fica difícil curtir cada passeio. Ao invés de se privar de relaxar horas à beira da praia ou mochilando por aí, empreenda melhor para onde vão suas despesas e como otimizar o uso do dinheiro. Estes são alguns aplicativos que vão te auxiliar:
Esse aplicativo permite que tu registre suas transações, guarde os dados pela nuvem e descreva cada gasto. Se atingir conservar esse controle com disciplina, em insuficiente tempo tu pode checar seus gastos por ordem.
Quem sabe isto te ajude a ver em quais áreas poderá priorizar e onde dá para “enxugar”. Também dá para estipular orçamento para cada área e ainda programar um alerta de quando seu gasto está chegando no limite.
Também tem um controle separado para planejamento e controle de despesas de viagens.
Disponível para Android, iOS e Windows.

É, este monstrinho aí da tela é que dá uma leveza quando se fala em controle de gastos. Ele avisa quanto tu tem e quanto ainda pode gastar dentro do planejado.
Agradável, uma coisa é o plano e a outra é a realidade, que tu vai alimentando para ver de perto a quantas andam as despesas.
O prazeroso é que ele sincroniza com outros dispositivos e tu ainda exportar teu relatório financeiro em arquivo de texto, planilha, PDF ou GoogleDocs.
Disponível para Android, iOS e Windows.

Esse app anda bem em alta, em tão alto grau que além dos 2 milhões de usuários, também conseguiu fisgar grandes investidores. A International Finance Corporation (IFC), que é ligada ao Banco Mundial, e investidores dos fundos Kaszek Ventures, Ribbit Capital e QED Investors aportaram R$ 60 milhões no empreendimento.
O destaque dele é a otimização em alimentar as informações. Basta só se cadastrar e fornecer a senha de visualização do web banking. A começar por então o app sincroniza os dados e, se quiser, podes sincronizar contas de outros bancos também.
Disponível para Android e iOS.
4.Minhas economias
Se você nem curte gráfico, esse app te dá o percentual em redução de gastos que tu consegue fazer de um mês pro outro. É uma legal para que pessoas está pela fase de contenção e tem de um mínimo de estímulo para saber que está no caminho correto.
Tu pode isolar quanto de dinheiro tem pela carteira, na conta e até no cartão de crédito, dando a visão ampla para onde vão suas economias. Alimentando cada gasto, no fim do mês teu extrato terá todas as saídas identificadas e que são capazes de ser visualizadas por categoria.
Disponível para Android e iOS.
O visual desse app é bem moderninho. Para recolher essa chatice de completar caderno de despesas é que ele adicionou mais novas funções. Ele é quase um diário das tuas atividades.
Além dos gastos divididos por categorias, tu poderá marcar com quais amigos teve aquele gasto.
E também, quando estiver com o GPS conectado, ele já registra e você só marca quanto gastou e com quem estava. E no controle, tu tem uma noção da média de quanto outros usuários são capazes de poupar como comparativo.
Disponível para Android e iOS.
A tela é bem clean, mas direta. Como por exemplo, na visualização do saldo, você tem o dado de cada contam a fatura do cartão de crédito e ainda qual o teu limite até o fechamento.
O app também dá o percentual de onde o dinheiro vai em cada classe, que também é conferido em gráfico colorido, que socorro a captar a distribuição do que tem.
Ele podes ser sincronizado na internet, facilitando o emprego em diferentes dispositivos.
Disponível para Android e iOS.

É bem enxuto, todavia cumpre a função. Divide todas as despesas, dá o saldo diário e mensal dos gastos.
O bom nele é a visualização do orçamento estipulado e quanto tú está gastando em cada ordem.
A visão geral do orçamento mostra o período que quer verificar, quanto já gastou e o que te sobra.
O mais envolvente é que o app diz quanto tú está abaixo do orçamento e quanto podes gastar por dia com o que ficou pela conta.
Disponível somente para Android.
O visual do Finance é bem clean também. Tú consegue categorizar bem cada despesa.
A título de exemplo, se gastou no cartão de crédito, débito ou dinheiro, se foi restaurante, livraria ou mercado e ainda se está referente a algum evento, viagem ou despesa regular.
Também dá para fotografar e inserir documentos ao controle, como cupons, recibos e outros comprovantes de pagamentos.
Disponível somente para iOS.

O preço de negociar moeda estrangeira entre pessoa física

Quando tu retorna de uma viagem necessita encarar alguns entraves, como a adaptação à rotina, aos costumes do teu país e dilemas no teu orçamento. No impulso do passeio, comprou mais euros, dólares ou pesos argentinos do que o necessário e eles nesta hora estão parados pela gaveta. Sem previsão de atravessar a divisa de novo acaba ficando com dinheiro empatado. O que fazer com ele?
Visualize a cotação do dólar hoje.
É comum buscar entre familiares, amigos e populares quem tenha interesse em viajar ao mesmo espaço para onde você foi e que possa desejar adquirir a moeda. Em termos, é uma maneira de driblar o pagamento de IOF de um,1 por cento em instituições financeiras (entenda o por quê mais abaixo). Quem sabe seja portanto que este tipo de negociação não seja reconhecida pelo governo brasileiro, não havendo amparo boa caso alguma coisa saia errada. Por este caminho, obter moeda estrangeira de pessoa física pode ter desvantagens como:
-obter notas falsas;
-obter notas antigas, que tenham circulação restrita ou nem são mais aceitas, como acontece com frequência com as notas de dólar;
-arriscar-se andando com muito dinheiro em espécie para fazer a compra ou venda;
-sujeitar-se a transportar calote na transação

O Banco Central admite que a compra e venda de moeda estrangeira deve decorrer só entre pessoa física e jurídica. Visualize o por quê:
-ao receber notas falsas ou muito antigas e comprovar que adquiriu de um banco ou moradia de câmbio, tú poderá recorrer para solicitar pelo cancelamento da negociação. Lembra do caso do Banco do Brasil em Recife, em 2015, que vendeu dólares falsos? A família só descobriu no momento em que foram depositar uma quantia nos EUA e a funcionária do banco identificou que eram falsificadas e ainda acionou a polícia. Os comprovantes de compra da moeda foi o que salvou a a família de uma enrascada e garantiu que o estabelecimento brasileiro a ressarcisse;
-quando instituições financeiras realizam troca de câmbio, se a quantia for até ou equivalente a US$ 3 1000, a compra ou venda deve ser feita através de transferência bancária, de acordo com o Banco Central. Para tu acaba sendo mais seguro, poupando-se de ter que andar com elevadas somas de dinheiro em espécie;
-as transações costumam ter comprovantes de compra ou venda e mesmo nas negociações você pode guardar os documentos em caso de indispensabilidade futura;
-a negociação entre pessoas físicas se baseia pela cotação das casas de câmbio e bancos. Há quem imagine que estará pagando mais barato, poupando-se do IOF de 1,um por cento e taxas. Contudo, os preços listados nas instituições financeiras são em Valor Efetivo Total (VET), que já abrange o imposto e a taxa de serviço ao da unidade da moeda.
DodgertonSkillhause/ e Pexels

Aço, arte e ecoturismo na Malásia

Sobram os motivos. Praias de areia branca, uma floresta com uma biodiversidade incrível, incrível fundos marinhos ou jóias arquitectónicas, listado como Patrimônio da Humanidade pela UNESCO… são alguns dos grandes atrativos da Malásia, mas há mais.

Para os foodies, para os aventureiros, para os cosmopolitas… Não, não se trata de nenhum spot televisivo, mas de um dos destinos mais completos que podemos encontrar na Ásia, Malásia. Começando nossa viagem pela primeira e obrigatória parada, livramos a mala agora em Kuala Lumpur, a nova capital. Movimentada e atual, esta cidade não esquece os vestígios de seu passado glorioso, quando todos os olhares provenientes da Grã-Bretanha, a China e a Índia estavam colocadas sobre ela. Um mix cultural cuja impressão se pode e se deve seguir hoje em dia, em uma cidade onde cada vértice representa, praticamente, uma porção de seu passado colorido.

Por amor à arte em Kuala Lumpur
Centrando agora, no presente, é inevitável seguir os passos que levam até um dos ícones do país, as majestosas torres Petronas. É o exemplo visível da cidade mais moderna e cosmopolita e de sua crescente número de arranha-céus e edifícios de aço e vidro. Estamos no Triângulo Dourado de Kuala Lumpur, reconhecido por ser o eixo central para os negócios na cidade. Aqui, não há dúvida de que são as Torres Petronas seus principais protagonistas, um símbolo mundial que catapultou a Kuala Lumpur até a modernidade. Uma forma diferente de descobertas é toca (quase) seu skyline, e fazê-lo à vista de pássaro. Daí que os passeios a bordo de um helicóptero sejam uma das experiências mais emocionantes e populares da cidade (KL Sky Tour oferece uma variedade de pacotes que permite visitar Kuala Lumpur, desde o ar, a um preço acessível).
Uma vez em terra firme e, provavelmente, com menos doses de adrenalina, os amantes da arte têm um encontro imprescindível na cidade. Será durante os próximos 22 e 23 de outubro, quando tenha lugar a 10a Art Expo da Malásia (AEM), durante a qual Kuala Lumpur está situado em a capital asiática do art. Esta exposição artística internacional, a mais antiga do sudeste da Ásia, é um caleidoscópio da arte de Leste a Oeste, da América Central e América do Sul. 70 galerias de 30 países e mais de 2000 obras, entre pinturas, esculturas e fotografias que serão expostas para todos os públicos no Centro de Exposições e Convenções Matrade (MECC).

Ecoturismo no Vale de Danum
Depois de uma floresta urbana repleta de aço e vidro, os amantes da natureza respiramos bem fundo em um dos pulmões, mais verdes do país e berço do desenvolvimento ecoturístico, o Vale de Danum. Localizado na ilha de Sabah, trata-se de uma área verde e tranquila dominada pela natureza: cachoeiras naturais, florestas primárias e uma fauna e flora extraordinárias. No coração da selva, dos 438 km2 da Área de Conservação do Vale de Danum são o lar de um centro de investigação científica, a Fundação Sabah, em colaboração com a WWF desde 2006 para preservar este local de grande riqueza natural. Uma reserva natural que se orgulha de sediar a maior concentração de elefantes e orangotangos de Bornéu em todo o mundo. Um paraíso natural onde se pode desfrutar de uma rede de pontes suspensas na selva, vistas extraordinárias e bungalows em plena natureza natureza, com baixo impacto ambiental, onde, agora sim, encontrar o verdadeiro descanso em um destino único.

10 viagens para fazer na primavera

Festivais, festas e espectáculos a não perder
Com o bom tempo chegam festivais e festas. Além disso, os animais despertam do sono invernal e protagonizam espectáculos impressionantes e grandiosas migrações. A primavera se torna o melhor momento para viajar. Há que apontar essas citações imprescindíveis na agenda.

1. PARQUE KRUGER (ÁFRICA DO SUL)
Maio é um dos melhores meses do ano para visitar o Parque Kruger, praticamente sem chuvas e com uma temperatura média de 25º C. Este parque sul-africano oferece um dos melhores safáris do mundo por suas vastas savanas e sua abundante fauna, a maior de todos os parques africanos, com 507 espécies de aves e 147 de mamíferos.
A melhor maneira de ver de perto essa incrível variedade de animais é percorrendo um dos caminhos naturais do parque. Estas excursões são realizadas em pequenos grupos com guias de peritos armados e oferecem a fabulosa opção de experimentar mais de perto o cerrado, o que é possível dentro de um veículo.
Há sete caminhos, cada um com suas próprias atrações: o Napi Trail, é famoso porque permite ver os “cinco grandes” (o elefante, o búfalo, o leopardo, o rinoceronte e o leão) e o Bushmans Trail contemplar as pinturas rupestres bosquimanas.
As excursões não são muito exigentes: se percorrem cerca de 20 km diários a um ritmo moderado durante dois dias/três noites. Os itinerários são determinadas pelos interesses do grupo, da época do ano e a localização da fauna.
2. FESTIVAL DAS ROSAS (MARROCOS)
Festival das Rosas,-Kelaâ M’Gouna, Marrocos © Lottie Davies /
Os secos dobras do Alto Atlas, a caminho do deserto do Saara, há um lugar inesperado: o vale das Rosas. Na primavera, toda a área é coberta de perfeitas rosas persas cor-de-rosa. Na pequena localidade de El-Kelaâ M’Gouna as rosas crescem entre sebes, embora não se vê à primeira vista, eles são a alma do lugar e são usados para fazer a água de rosas.
As flores são coletados em maio, um evento que celebra com o colorido e perfumado das Rosas, que atrai cerca de 20 000 pessoas a Marrocos. Durante três dias, há cantos, danças, grandes banquetes, mercados tipo souk (mercado) e um desfile de carros alegóricos, sob uma chuva de pétalas. Você tem que se preparar para uma verdadeira sedução dos sentidos.
3. MIGRAÇÃO DA SARDINHA (ÁFRICA DO SUL)
Entre o final de maio e início de julho, ocorre na costa de Cabo Oriental, na África do sul, um dos maiores espetáculos da natureza: milhões de sardinhas se reúnem ao longo da costa leste da África do sul, formando uma massa prateada de até 15 km de comprimento, 3,5 km de largura e 40 metros de profundidade, visível mesmo por satélite.
Desde a sua área de desova em frente ao cabo das Agulhas, as sardinhas percorrem 1600 km em contra-corrente para o norte ao longo da costa norte do Cabo Oriental, e a costa sul de KwaZulu-Natal. Além disso, todos os predadores da cadeia alimentar oceânica juntam-se à festa: golfinhos, aves marinhas, orcas e muitas espécies de tubarões, como o tubarão cobrizos, os peixes martelo e os tubarões brancos. Esta migração coincide com a média anual para o norte das jubartes, em busca de águas mais quentes para acasalar e ter seus filhotes.
O inesquecível espetáculo pode ser visto a partir da coberta do barco, com enormes baleias emergindo a poucos metros de distância e grupos de golfinhos, tanto a esteira do barco.
Embora os mergulhadores desfrutam de uma vista privilegiada do espetáculo, apenas os especialistas, e, em condições ideais, deveriam praticá-lo, já que os predadores famintos representam um grande perigo.
4. NOITES BRANCAS (SÃO PETERSBURGO, RÚSSIA)
Teatro Mariinsky, Festival Noites Brancas, São Petersburgo © Pete Seaward /
Na Rússia, quando chega o mês de junho, há que se esquecer de dormir e aproveitar as Beliye Nochi (Noites Brancas). Devido à sua latitude (mais ou menos a mesma que o sul da Groenlândia), São Petersburgo desfrute de dias maravilhosamente longos entre o final de maio e início de julho, e durante a segunda metade de junho, não pôr-do-sol: um mágico crepúsculo acompanha as horas de madrugada, as luzes permanecem apagadas e os locais não se dão ao trabalho de deitar-se.
A cidade aproveita ao máximo esse fenômeno com um festival cultural, que inclui espectáculos de ópera, ballet e música, muitos deles no grande Teatro Mariinsky.
No entanto, não há apenas celebrações intelectuais para desfrutar das Noites Brancas. Você pode passar o dia a apanhar banhos de sol no Letnii Sad (Jardim de Verão) ou junto ao rio Neva, embarcar em um cruzeiro noturno ou dar um passeio noturno pelo rio para ver o levantamento de pontes (uma tradição local). Em seguida, você pode ir de festa em um local da noite para contemplar o sol não se põe sobre a cidade.
5. ‘REGATA’ MEDIEVAL (PISA, ITÁLIA)
No dia 17 de junho, dia de São Raimundo, em Pisa, você pode assistir a uma corrida de barcos do século XIII e desfrutar abucheando para os perdedores. A regata de Pisa, 1500 m rio acima por Arno, data da década de 1290. Competem quatro barcos a remos, cada um com um timoneiro, um alpinista e oito remadores, que representam os distritos da cidade. A meta é uma barca atracada em frente ao Palazzo Medici, uma localização determinada, em 1737, por solicitação do duque de Montelimar, que fica em um dos palácios. Os escaladores devem subir ao mastro de 10 metros de la barca e pegar um paliotto (bandeira de seda).
O azul é para o primeiro, o branco para o segundo e o vermelho para o terceiro. Os vencedores recebem um boi ou um galo, os perdedores, um par de ansarinos e muitas vaias.
6. BLOOMSDAY (DUBLIN, IRLANDA)
Bloomsday, Dublin © Stéphane Moussie – Para saber mais, busque no Flickr por essa foto: stephmouss/4708998181
No dia 16 de junho se celebra a cada ano, o Bloomsday, uma festa em homenagem ao grande escritor irlandês James Joyce, que tem lugar no mesmo dia em que se desenvolve “Ulisses”, sua obra-prima. Os peregrinos literários do Bloomsday fazem com que a vida reflita a arte, para visitar os mesmos sites de Dublin que seu protagonista, Leopold Bloom. Esta tradição nasceu em 1954, quando alguns escritores locais tentaram visitar todos os cenários desta vanguardista romance em carros de cavalos.
Vestidos como na época eduardiana, os fãs começam o dia com um pequeno-almoço irlandês, então há leituras, passeios guiados e paragens em sites como o pub Davy Byrnes, onde, tal como Bloom, há que comer um sanduíche de gorgonzola.
7. SOLSTÍCIO EM STONEHENGE (INGLATERRA)
As celebrações do dia 21 de junho, o dia mais longo no hemisfério norte, datam da época ocorrendo e inspiram a partir de ritos de fertilidade até invocações para pedir boas colheitas.
Uma das festas mais famosas do solstício de verão é o de Stonehenge, na Inglaterra. Entre 1972 e 1984 neodruidas e outras comunidades alternativas se reuniam em um círculo de pedras neolítico para o Stonehenge Free Festival, em 1985, um confronto entre os antidistúrbios e dos participantes fez com que se fechasse o site durante o solstício. Felizmente foi reaberto em 1999 e agora o amanhecer espiritual atrai mais de 20 000 pessoas.
8. GRANDE MIGRAÇÃO (QUÊNIA E TANZÂNIA)
Grande Migração no Serengeti, Tanzânia © Claudia Uribe /
Embora os gnus na África, é chamado de “palhaços das planícies”, estes ficam muito sérios quando iniciam sua migração anual a partir de suas áreas de reprodução no Serengeti (Tanzânia) até os pastos verdes de Masai Mara (Quênia). O resultado é a migração de mamíferos mais famosa do mundo, já que, no mais de um milhão de gnus se juntam 500 000 gazelas e 200 000 zebras em uma longa viagem em busca de alimento. Os predadores estão à espreita, incluindo os crocodilos do Nilo, de 6 m, o que lhes esperam pacientes no cruzamento de cada rio. Estes cruzamentos –o do rio Grumeti em Tanzânia e os rios Talek e Mara, no Quênia, são aterrorizantes para os gnus, que são colocados em fila na margem empurrando-se yourself uns aos outros para a água.
A migração dos gnus é contínua, pois estão constantemente em movimento, percorrendo cada ano, todo o Serengeti. No final de junho, os gnus giram para o norte e, indo para o Mara, por isso esta é uma boa época para vê-los enquanto cruzam o norte do parque nacional do serengueti.
9. RIDINGS (ESCÓCIA)
Os Ridings of the Marches, ou Common Ridings, celebrados no início do verão (o 2o sexta-feira depois da primeira segunda-feira de junho), uma das principais populações de Scottish Borders, tem suas raízes na Idade Média, quando se enviavam cavaleiros para as populações fronteiriças para controlar as terras comunais. Na época de bandoleiros e ladrões, os pilotos enfrentaram muitos perigos, incluindo confrontos com os povoados vizinhos.
Atualmente, este colorido evento inclui extravagantes comboios de cavaleiros, seguindo a bandeira do povo por uma trilha caminho. As comemorações variam de um lugar para outro, mas todos incluem música, esporte, desfiles, shows e muita cerveja. Nenhuma festa escocesa está completa sem álcool, bebidas como o Curds & Cream (uma mistura de rum e leite) são tão importantes como o desfile a cavalo.
O Selkirk Equitação é uma das concentrações equestres maiores da Europa e um dos Common Ridings mais antigos: relembra a batalha de Flodden Field (1513), em que os ingleses aniquilaram o exército invasor da escócia, Jaime IV e só voltou um soldado de Selkirk.
Na área aconselha-se a visitar a Abbotsford House (a poucos quilômetros de Selkirk), a residência do século XIX, cheia de antiguidades do escritor escocês sir Walter Scott.
10. MÚSICA ENTRE O BARRO EM GLASTONBURY (INGLATERRA)
Pyramid Stage, festival de Glastonbury Festival, Worthy Farm, Inglaterra © benny hawes /
Bem-vindo ao Glasto, o maior e melhor festival de música do mundo. É como Woodstock, mas se celebra cada ano, na última semana de junho na Worthy Farm, Somerset. Entre os artistas que funcionaram na lama campos da fazenda, que abriga o festival incluem Dylan, david Bowie, Oasis, Blur e Björk.
Mais de 175 000 foliões ocupam 900 hectares de terras de cultivo, levando consigo lojas, cidra e, se tem chovido muito, botas de água. Grande parte da diversão não tem nada que ver com as apresentações…

Por que tem que viajar para o Uruguai

10 boas razões para conhecer este país
O uruguai é o país de língua espanhola mais pequeno da américa do Sul e cada vez são mais os que se deixam cativar pelo seu charme discreto, a sua hospitalidade, a pitoresca Colónia, a animada Punta del Este ou o seguro e agradável passeio marítimo de Montevidéu. Vale a pena cavar um pouco mais a natureza da costa atlântica, as fontes termais do rio Uruguai, ou os passeios a cavalo por uns campos que se estendem, como oceanos.

1. CAÇAR UMA ONDA OU ASSISTIR A UMA FESTA NOTURNA EM PUNTA DEL DIABLO
Punta del Diablo, no Uruguai © Marc Veraart / Para saber mais, busque no Flickr por essa foto: marcveraart/12075841876
Punta del Diablo era até há algum tempo uma aldeia adormecida aos pés do Atlântico, mas, em poucos anos, se transformou em um interessante lugar de refúgio de verão para uruguaios e argentinos, e no epicentro da cena mochileira de praia. Apesar de que a urbanização descontrolada, se vai estendendo, a deslumbrante costa de Punta del Diablo e seu modo de vida tranquilo continuam mantendo o seu encanto.
Para evitar aglomerações convém ir fora de temporada alta (desde natal até fevereiro). Durante o dia você pode alugar pranchas de surf ou cavalos na principal praia ou fazer um passeio a pé de uma hora para o norte, até o Parque Nacional de Santa Teresa. À tarde se pode admirar o pôr-do-sol em frente a uma fogueira improvisada enquanto sessões de percussão animam a noite.
2. MERGULHAR NAS TERMAS PRÓXIMAS A SALTO
Construída perto das cachoeiras, onde o rio Uruguai cai no Salto Grande, Salto, é a segunda maior cidade do Uruguai, um lugar tranquilo e agradável, com alguns edifícios do século XIX. Os visitantes que chegam até aqui, o fazem para aproveitar as próximas fontes termais, como as Termas de San Nicanor, em meio a um imenso parque rural e com duas enormes piscinas termais ao ar livre, um restaurante e todo o tipo de acomodação. Também são muito famosas as Termas de Dayman, uma espécie de parque aquático tipo Disneylândia muito popular entre os argentinos e uruguaios, e as Termas de Arapey, com muitas piscinas rodeadas de jardins, fontes e caminhos.
3. PASSEAR PELA CIDADE VELHA DE MONTEVIDÉU
Teatro Solís, em Montevidéu, Uruguai © LWYang / Para saber mais, busque no Flickr por essa foto: lwy/5911358932
Na capital do Uruguai vive quase a metade da população do país. É uma cidade dinâmica e com uma rica vida colonial, onde se pode passear com tranquilidade e onde a música, o teatro ou a arte estão muito presentes. A área mais interessante é a Cidade Velha, a antiga grade colonial, murada, que se estende no fundo de uma península encaixada entre o porto e o rio. Existem alguns pontos-chave para descobrir a cidade, como o Mercado do Povo, com a sua imponente estrutura de ferro forjado, um lugar sempre animado e muito freqüentado por artistas, artesãos e músicos de rua da cidade. Ou a Praça da Matriz, onde se ergue o edifício neoclássico do Município e a igreja Matriz (1779), o prédio público mais antigo da cidade. Outra visita imprescindível é o teatro Solís, o principal centro cénico de Montevidéu.
4. DANÇAR AO RITMO DA PERCUSSÃO NO CARNAVAL DE MONTEVIDÉU
Os montevideanos dedicam o mês de fevereiro inteiro a desmelenarse com música e danças, fazendo concorrência aos brasileiros. O mês inicia com o imprescindível Desfile das Chamadas, duas noites em que vários grupos percorrem as ruas do bairro de Palermo e o bairro de sul, ao sudeste do centro da cidade. As rivalidades entre bairros subir enquanto uma interminável onda de dançarinos percorre as ruas ao ritmo da percussão candombe, de origem afrouruguayo, que se toca em alguns peculiares tambores.
Outro elemento imprescindível do carnaval são as murgas, grupos organizados vestes de vivas cores que representam peças originais de teatro musical, geralmente satíricos.
O carnaval conta com o seu próprio museu em Montevidéu, e fora de temporada, é possível revitalizá-lo assistir a uma das sessões informais de candombe que há nas ruas dos bairros durante todo o ano (por exemplo, em Palermo, na travessia de Ilha das Flores, com Gaboto, ou no Parque Rodó, aos domingos à tarde).
5. ISOLAR-SE NAS RESERVAS NATURAIS DE QUEBRADA DOS CORVOS E VALE DO LUNAREJO
Vale do Lunarejo, Uruguai © Marcelo Campi / Para saber mais, busque no Flickr por essa foto: marcelocampi/26080691025
Os imensos espaços abertos no interior do Uruguai são o sonho de qualquer naturalista. O Governo incluiu várias áreas naturais em seu programa Sistema Nacional de Áreas Protegidas. O financiamento ainda é mínima e as infra-estruturas turísticas muito rudimentares, mas os viajantes intrépidos são recompensados quando chegam a esses lugares pouco visitados. As duas reservas que melhor refletem o espírito do selvagem região gaúcha do Vale do Uruguai são Lunarejo e Quebrada dos Corvos.
Vale do Lunarejo está a 95 km ao norte de Vitória e é um ambiente tranquilo e isolado com os pássaros e os rios como única banda sonora. Os visitantes podem passar a noite na maravilhosa Pousada Lunarejo, um edifício de 1880, que foi restaurado.
A Quebrada dos Corvos é um pequeno canhão que atravessa colinas, 40 km ao noroeste de Trinta e Três (e 325 km ao nordeste de Montevidéu): um habitat úmido e fresco, ideal para uma grande variedade de aves e plantas. Para a sua estadia, é recomendável o rústico albergue Desfiladeiro do Bruxo, instalado em um antigo colégio, onde se podem experimentar os costumes dos gaúchos: viver à luz de velas, beber mate, dormir com um poncho de lã, cozinhar em fogão de lenha e observar o céu durante o pôr do sol.
6. PASSEAR PELA PITORESCA COLÔNIA DO SACRAMENTO
Às margens do Rio da Prata, a apenas 50 km em ferri de Buenos Aires, é a cidade mais histórica do país, Colônia do Sacramento, com um bairro histórico que mantém toda a estrutura da época colonial, com suas estreitas ruas de pedra e casas antigas. Colônia foi fundada em 1680, os portugueses uma estratégica localização em frente a Buenos Aires, e foi ganhando importância como fonte de rotas de contrabando que puseram em xeque o monopólio comercial português e provocaram batalhas entre Espanha e Portugal. No bairro histórico, você pode passear entre as casas coloniais, a rua dos Suspiros, ou pelo passeio de s. Gabriel, na margem ocidental do rio, o porto velho, ou pelas duas grandes praças do centro histórico. Oito museus históricos dividem o interesse dos visitantes.
7. SE PERDER NO FAROL DE CABO POLONIO
Lobos marinhos, Cabo Polonio, no Uruguai © Leo Alvarez / Para saber mais, busque no Flickr por essa foto: leoalvarezshoots/6799126665
Este magnífico farol oferece uma excelente perspectiva do povo de Cabo Polonio, da colônia de lobos marinhos e dunas e ilhas circundantes. Nesta aldeia de pescadores, entre dunas de areia e coroada por um farol solitário, encontra-se a segunda maior colônia de lobos marinhos mais grande do país que hoje é um Parque Nacional. Cabo Polonio continua a ser uma das populações mais virgens Uruguai. Não há serviços bancários e a eletricidade provém de geradores de energia solar e eólica.
8. PERCORRER AS RUÍNAS DE UMA PLANTA DE PROCESSAMENTO DE CARNE
Junto ao rio Uruguai, na fronteira com a Argentina, se encontra a localidade de Fray Bentos, está muito longe das áreas turísticas, mas aqui está um dos lugares uruguaios incluídos na Lista do Património Mundial da Unesco a partir de 2014. Trata-Se de uma fábrica aberta em 1865 e abandonada que foi o complexo industrial mais importante do Uruguai: a Contribuição Extract of Meat Company.
Nos anos vinte, a companhia britânica Anglo assumiu a fábrica e aqui saíam milhares e milhares de tabletes de caldo de vitela Oxo, que fizeram parte da vida de milhões de pessoas em todo o mundo. Os cubos de gelo Oxo sustentaram os soldados nas trincheiras da I Guerra Mundial. Julio Verne cantou suas excelências em da Terra à Lua, Stanley levou em sua busca de Livingstone, e Scott e Hillary foram com eles até a Antártida e ao topo do Everest. Hoje a velha fábrica abriga o Museu da Revolução Industrial, onde revivem a antiga fábrica e todas as instalações e casas dos operários e engenheiros.
9. PASSAR O DIA E A NOITE EM PUNTA DEL ESTE
“A mão na Areia”, em Punta del Este, Uruguai © Martin Arnold / 500px
Punta del Este é a área mais internacional do país, um dos destinos turísticos mais glamourosos da américa do Sul, com quartos elegantes residências à beira-mar, muitas praias, um porto desportivo, edifícios de apartamentos, hotéis de luxo e restaurantes requintados. O povo é relativamente pequeno, mas os arredores são extensos e interessantes. As praias mais importantes são a longa praia Mansa, no Rio da Prata, e a praia Brava, no Atlântico, junto com a praia Dos Ingleses e a praia do Emir, freqüentadas por surfistas. O monumento mais famoso da cidade e seu símbolo é “A mão na Areia (praia Brava), uma enorme escultura que emerge das profundezas da terra.
A excursão é imprescindível José Ignacio, uma pequena cidade da moda, com um bom faro, a 30 km de Punta del Este, onde vão os ricos e famosos. Para fazer a noite, é especialmente recomendável se aproximar Lagoa Garzón, com as suas casas flutuantes, um lugar realmente exclusivo e diferente e com preços bem mais razoáveis do que os de Punta del Este.
10. APROVEITAR A VIDA DOS GAÚCHOS EM TACUAREMBÓ
Vitória é uma cidade gaúcha nas colinas de Coxilha de Haedo. Não é o tipo de lugar onde os casos de brim pedem dinheiro em troca de uma fotografia, mas onde são colocados os largas dentro das botas e calan o chapéu para ir à loja. Supostamente também é o lugar onde nasceu a lenda do tango Carlos Gardel. Capital de seu departamento, tem belas praças e ruas ladeadas de sicomoros que a convertem em uma das cidades mais agradáveis do Uruguai. No Museu do Índio e do Gaúcho rende um romântico homenagem aos gaúchos e os povos indígenas do Uruguai.
Mais informações sobre o Uruguai no guia da Argentina e do Uruguai.

12 ilhas para escapar em 2017

Todo mundo já sonhou alguma vez com a fugir para uma ilha, e, de preferência, a uma ilha tropical e ensolarado. 2017 pode ser um bom ano para descobrir essa ilha perfeita. Essa seleção de 12 ilhas, uma para cada mês, estão desde os paradisíacos atóis do Pacífico, lugares carregados de história como Goreia ou Moçambique, e desde reservas naturais excepcionais, como as Galápagos até ilhas nórdicas envoltas em lendas.

1. O PARAÍSO SELVAGEM DAS ILHAS GALÁPAGOS (EQUADOR)

Em nenhum outro lugar, como nas ilhas Galápagos, supera tanto o reino animal, os seres humanos. Em pleno oceano Pacífico, 1000 km a oeste do continente, os visitantes às vezes se sentem mais observados que observadores.
Os piqueiros patiazules montam seus ninhos no meio dos trilhos, os leões-marinhos de Galápagos dormem nos bancos dos povos e das fragatas seguem a esteira dos navios, quando sobrevoam as 17 ilhas do arquipélago. Quando o visitante se depara com um animal, é observado por este com ingênua curiosidade e a convicção de que aqui mandam eles.
Charles Darwin visitou o arquipélago em 1835, meditando sobre a origem das espécies. Quase 200 anos mais tarde, a vida animal destas ilhas, declaradas Património Mundial, continua pasmando e confundindo. O Aves, com as patas azuis? O Lagartos amarelos? Como pássaros que aprendem a voar caindo por penhascos? Todos os animais que as habitam parecem fazer gala de alguma especial característica ou inesperada habilidade.
Cada ilha é a ponta de um vulcão submarino (os do oeste ainda continuam ativos) e o áspero e preto terreno transmite a enganosa sensação de estar morto… até que a própria terra parece se mover. É possível que se trate do maior espetáculo natural do planeta.
2. SKYE, A ILHA MÁGICA (ESCÓCIA)
A maior das ilhas Hébridas tem castelos e fazendas, mares cor cinza escuro e cristalinas piscinas de fadas, charnecas e vales esmeralda. Os escaladores desafiam os picos escarpados da serra Cuillin, e os amantes da fauna vão ver ciconiformes europeus, golfinhos e baleias-Oeste. Se você tem fome, você pode parar na bela Portree a comer fish and chips. No verão o sol não se põe até depois das 23: 00h, cobrindo esta mágica ilha ligada ao continente por uma ponte, de um brilho dourado sobrenatural.
Como ir: A melhor opção é alugar um carro.
3. KO TAO, O PARAÍSO DO SUBMARINISTA (TAILÂNDIA)

Por que Ko Tao e não outra ilha tailandesa? A resposta está sob as águas mornas e tranquilas águas que rodeiam esta bela porção de terra. Seu ás na manga é fácil de descobrir, graças à grande variedade de pontos de mergulho em frente à costa e um espetáculo submarino que ganhou a submarinistas e mergulhadores de todo o mundo.
É possível brincadeira junto com tubarões e raias, brindar o dia com um cocktail em uma praia de areias brancas e no dia seguinte repetir. Mas o que torna a Ko Tao em um lugar especial que oferece muito mais. Os caminhantes e os eremitas podem se perder com as úmidas selvas litorais e, quando se cansam de imitar a Robinson Crusoe, ir de bar em bar até o amanhecer.
Como ir: Para chegar em Ko Tao, ao largo da costa sudeste da Tailândia, há que apanhar um barco em Ko Pha-Ngan ou em Ko Samui. Os melhores locais para mergulhar são os lugares em que há a 20 km da costa.
4. BORA BORA, ANEL TURQUESA (POLINÉSIA FRANCESA)

Se você chegar de avião, a promessa do Paraíso se cumpre o instante: um anel de motu (ilhotas de areia ao redor de uma lagoa azul-turquesa brilhante que, por sua vez, envolve uma ilha com altos picos basálticos, cobertos de floresta tropical. Neste cenário de sonho transformou Bora Bora em sinônimo de lua-de-mel, mas há muito mais que fazer além de descansar em hotéis de primeira.
Os submarinistas e mergulhadores podem desfrutar das águas quentes, com tubarões de ponta negra ou listras entre os reluzentes cardumes de peixes. Também é possível fazer passeios e parasailing. Além disso, é um paraíso muito mais acessível do que parece, já que junto aos hotéis de cinco estrelas existem vários locais pitorescas e hotéis a preços razoáveis.
Como ir: Bora Bora, na Polinésia Francesa, está a 270 km a noroeste do Taiti, de onde se chega de avião ou barco. De junho a outubro é a época mais seca e mais popular.
5. ILHA DE GOREIA, A ILHA DE MEMÓRIA (SENEGAL)
Uma estranha calma envolve a ilha de Goreia (em francês Ile de Gorée, e em português, Ilha de Goreia). Ruas coloridas buganvílias e claros edifícios coloniais enchem este espaço sem carro varredura pela areia. Mas é uma quietude que dá que pensar, pois suas construções que testemunham o tráfico de escravos. A Casa dos Escravos é o monumento comemorativo da época, a Porta do Não Retorno, ele abre o mar, embora se discuta quantas vítimas da cruzaram, ninguém discute o cru lembro-me de que ela evoca.
Como ir: A ilha de Goreia fica a 3,5 km de Dakar. Os ferries realizadas a cada 1-2 horas a viagem de 20 minutos.
6. ARQUIPÉLAGO DE BACUIT, A DIFÍCIL ESCOLHA DO PARAÍSO (FILIPINAS)

Neste país de 7107 ilhas, escolher qual delas oferece a combinação ideal de areia, palmeiras e corais sempre foi um desafio. Vamos facilitar a coisa: do descontraído localidade de mergulho de O Ninho se pode percorrer um paraíso rocha de ilhéus coroados de selva em uma bela baía azul-turquesa. O arquipélago de Bacuit oferece praias escondidas, cavernas secretas, lagoas perdidas, sítios arqueológicos e espectaculares locais de mergulho. Você pode nadar com tubarões-baleia, listras, dogons e outros habitantes das profundezas em um dos últimos destinos de ilhas tropicais relaxantes.
O principal meio de transporte no arquipélago é a sugestiva barca de batangas, mas também é possível navegar em um caiaque alugado ou entre as próprias óculos de mergulho, tubo e barbatanas.
Como ir: você Tem que fazer um cruzeiro de ilha em ilha, ou fretar um barco que deixe o viajante em uma ilha deserta para se sentir como um verdadeiro Robinson: em ambos os casos, você vai desfrutar de tudo o que oferece viajar por todo o sudeste asiático.
7. ILHA DE SOCOTRA, GALÁPAGOS, SEM TURISTAS (IÉMEN)
Qual é o cenário mais sobrenatural do Oriente Médio? Talvez Socotra, onde dragos densa taça hemisférica se erguem na paisagem pontilhada de rochas, criando uma imagem de ficção científica. É um dos lugares de maior biodiversidade do mundo, com mais de 700 espécies endêmicas. Esta ilha deve ser tão famoso como o arquipélago das Galápagos, mas a instabilidade da zona mantém afastado o turismo. É um curioso mundo perdido, que aguarda a chegada do viajante intrépido.
8. PULAU SIPADAN, UM PARAÍSO DO MERGULHO EM BORNÉU (MALÁSIA)

Localizada a 36 km da costa sudeste de Sabah, a pequena Sipadan é a estrela mais brilhante da constelação de ilhas do arquipélago de Semporna. É a ponta de um vulcão extinto de paredes quase verticais: revestidas de corais em tecnicolor, são parada obrigatória para todo tipo de vida marinha, a partir de barracudas e até peixes-papagaio jorobados e, de março até maio, tubarão-baleia. As tartarugas marinhas e tubarões de recife se dão por adquirido em qualquer imersão, e talvez sejam cobertores, listras águia, polvos e tubarões martelo.
Como ir: Atualmente as imersões noturnas estão proibidas até novo aviso, mas o normal é acabar exausto depois de passar o dia mergulhando. O importante é reservar com antecedência: só se dão 120 passes diários para Sipadan (imprescindíveis para praticar o mergulho, como o mergulho).
Onde dormir: O centro de propriedades, a área é Mabul, ilha ideal para o mergulho macro (é proibido pernoitar em Sipadan).
9. ILHA DE OMETEPE, A JÓIA DO LAGO NICARÁGUA (NICARÁGUA)
As duas razões mais óbvias para visitar Ometepe, a maior ilha do maior lago da américa Central, são os vulcões Madeiras e Concepção. Há excursões que permitem ver os macacos bugios e atravessar florestas de nuvens até chegar ao topo. Em Ometepe também há inscrições rupestres, praias e propriedades maravilhosas. A sua história está coalhada de piratas e conquistadores, e tem a fama de ser um lugar sagrado. Há que ir porque já existe um projeto de canalização que em breve transformará o lago Nicarágua.
Como ir: Há ferries de São Carlos, Granada e São Jorge. A escalada/excursão dos vulcões é complicada.
10. BORA BORA, UMA ILHA TROPICAL POSTAL (POLINÉSIA FRANCESA)

Moorea (Mo’orea, em taitiano) é tão bonita que o visitante esfregou os olhos com a surpresa quando a vê pela primeira vez desde Taiti. A lagoa azul-turquesa que parecia uma montagem no folheto é ainda mais bela realidade. Bora Bora é a mais famosa, mas os penhascos esmeralda quase verticais, as reluzentes pôr-do-sol e a beleza submarina dos recifes de Moorea em conjunto fazem com que o visitante se sinta a pessoa mais feliz da Terra.
Como ir: A menos de 20 km do Taiti, Moorea se chega por mar ou ar. De maio a outubro é a estação seca, e a época de observação de baleias vai de julho a outubro.
11. SAN BLAS, AS ILHAS SECRETAS DO PANAMÁ
Em Frente à costa caribenha do Panamá, como jóias ao redor, as ilhas de San Blas são o lar de coroa, que levam uma vida simples, pescando nas ricas águas do mar do Caribe. Um lento fluxo de passageiros começou a seguir o seu exemplo, depararam-se com um Caribe virgem nas ilhas que estão indo para o oeste a partir de Cartí até quase chegar à fronteira colombiana. É o lugar ideal para aqueles que não querem compartilhar a sua ilha paradisíaca com ninguém.
Esta é a comarca de Kuna Yala, onde pode descobrir como era o Caribe antes da chegada dos bares de praia, as plantações e os construtores. São ilhas dormidas onde os fantasmas dos piratas e dos chefes tribais flutuam entre palmeiras. Além disso, sob a água há muito por ver, com recifes repletos de peixes tropicais.
Como ir: Cartí é o ponto de entrada e há barcos que percorrem todas as ilhas.
12. BONANZA AQUÁTICA NO ARQUIPÉLAGO DE BAZARUTO (MOÇAMBIQUE)

Nas águas do arquipélago se vêem tantos tons de azul como espécies aquáticas habitam suas profundezas, o que é dizer muito, tendo em conta que esta cadeia de ilhas faz parte de um parque nacional marinho de 1400 km2. Tanto se viajar por terra como por mar…

Porto, TOP 3 do ‘ranking’ de destinos qualidade-preço Best in Travel 2017

Porto no prato: um dia perfeito na capital gastronômica de Portugal
Quando se trata de talento culinário, o Porto tem poucos rivais em Portugal. Com o Atlântico a seus pés, as vinhas do Douro, a leste e as carnes fumadas dos fumeiros e queijos intensos de Trás-os-Montes, a cidade tem os melhores produtos regionais.

Assim, a desabotoar o cinto, para desfrutar dos melhores restaurantes da cidade do Porto: este será um dia ideal para os amantes da boa mesa.
MANHÃS DE MERCADO
O dia pode começar com um cimbalino (expresso) no Café Christina (Rua de Sá da Bandeira 401), que serve um dos melhores cafés do Porto a partir de 1804. Em frente está o Mercado do Bolhão, o glorioso mercado coberto do século XIX, de ferro forjado, que vende frutas, legumes, azeitonas, queijo, pão, carnes e salsichas fumadas feitas de todas as partes possíveis do porco. O mercado também tem postos económicos para tomar um aperitivo à base de bolinhos quentes, a sardinha ou peixe fresco do Atlântico, e beber um vinho. Os melhores momentos para visitar são o sábado e o sábadopor da manhã.
Porto, Mercado do Bolhão © Céline Colin – Para saber mais, busque no Flickr por essa foto: celine181/16387566949
Nesta parte da cidade, na Rua Sá da Bandeira, estão também os repleto antigos. Casa Ramos, número 347, está repleta de feijão, bacalhau e linguiça alheira em massa, e um par de números mais baixo, em 343, Casa Chinesa vendida do peixe enlatado até frutos secos, em grão, pimenta piri-piri e broa de Avintes (um denso pão de milho e centeio).
QUE ALMOÇAR
Porto é o berço da francesinha, um enorme sanduíche aberto enchimento de linguiça (linguiça de porco defumada ao alho), carne assada e presunto, coberto de queijo e um ovo frito, e banhado em molho de cerveja. Uma das melhores da servem sem solenidades e com um sorriso no Café Santiago. Outra delícia para a que há que ter ambas as mãos livres é a ‘tosta Terylene’, um pão recheado de carne de porco marinada que, na Flor dos Congregados servidos com uma taça de Tinto Bruto (um tinto espumante). Escondido em uma rua estreita, esta cervejaria familiar tem paredes de pedra e vigas de madeira.
Os fãs do peixe podem tomar o pequeno barco de madeira no Cais do Ouro (perto da Ponte da Arrábida) e atravessar o Douro até à Afurada, uma refrescante visão do Portugal de toda a vida, com os pescadores que vendem a pesca do dia, e que na Taberna São Pedro preparados na brasa, servido com um refrescante copo de vinho verde.
A HORA DA PROVA
Para descobrir de onde vem o nome do Porto, pode-se atravessar a Ponte Dom Luís I para Vila Nova de Gaia, um bairro para remontar ao século XVII, com o início da produção do porto, quando os britânicos misturaram um pouco de brandy, vinho fermentado e criaram um saboroso licor de desktop. As majestosas adegas empoleirando-se pela encosta do rio e organizam circuitos entre barris e degustações. Para descobrir o porto é possível visitar o moderno, o Espaço Porto Cruz, com mostras e degustações (três oportos, 5 €) em um edifício ribeirinha restaurado do século XVIII. O terraço oferece excelentes vistas do centro histórico da cidade do outro lado do rio.
Porto, caves Taylor’s © Véronique Mergaux – Para saber mais, busque no Flickr por essa foto: veronique-mergaux/6337589513
Vila Nova da Gaia tem muitas vinícolas no porto e recomendar apenas uma é complicado, mas a venerável Taylor’s, que serve alguns dos melhores oportos a partir de 1692, é um clássico. Um circuito guiado (5 €), por suas impressionantes adegas –que ninguém se perca a espetacular banheira de 100 000 litros de vinho Late Bottled Vintage– inclui uma degustação de três oportos (um branco extra seco, um reserva e um tawny de 10 anos) na biblioteca.
Se o passageiro preferir, o vinho do porto, que vá direto para ViniPortugal, no esplêndido Palácio da Bolsa, de estilo neoclássico, onde uma enocard de 2 € permite qatar entre dois e quatro vinhos de uma seleção de 12 provenientes de diferentes regiões portuguesas. Uma opção mais recolhida é Prova, um espectacular bar de vinhos, sala de degustação com um proprietário, Diogo Amado, que transmite a sua paixão. É especialista em vinhos e explica as diferenças sutis entre os vinhos regionais.
O CAFÉ DA TARDE
Se depois do vinho gosta de uma dose de cafeína, o Café Majestic, em estilo art noveau, leva o viajante a uma época mais glamourosa com seu rico interior de molduras douradas, espelhos e garçons elegantes. O renovado café-pastelaria Leitaria da Quinta do Paço, dos anos vinte, é um pedacinho de Paris no Porto. Os éclairs, leves e recheados de creme, são uma preciosidade, com sabores que vão do clássico de limão, o queijo azul, maçã e erva-doce ou chocolate com vinho do porto.
MESA PARA JANTAR
Um passeio pelo coração do bairro de Ribeira do Porto e seus becos abre o apetite. Antes do jantar, você pode tomar um aperitivo e uns petiscos (tapas) no Wine Quay Bar, com vista de palco ao rio e à Ponte Dom Luís I, que liga Porto e de Vila Nova de Gaia, onde as adegas de vinho do porto estão acesas, uma a uma. Ou relacionar-se com pessoas da moda no Café Candelabro, uma livraria renascida de estilo boêmio-moderno.
Porto, gastronomia de The Yeatman Taylor’s © www.the-yeatman-hotel.com
Porto subiu a fasquia da culinária. Para descobrir isso, você pode ir para o reputado DOP, onde Rui Paula dirige a cozinha. O menu de degustação de oito pratos é um canto para as estações. O animado e simples Cantinho do Avillez é de estilo bistro e serve saborosos pratos típicos como carne de porco preto do Alentejo, com batatas fritas, coentro e alho.
E se você gosta de um pouco de romantismo rústico, convém tomar um táxi para o norte da cidade para ir Ou Paparico, onde eles cozinham na perfeição pratos, como a vitela com cogumelos silvestres ou o arroz de tamboril, e os servidos à luz de velas. Do alto de uma colina e com cinco estrelas, o The Yeatman combina uma cozinha inovadora, com as titilantes luzes da cidade. Açoitado pelas ondas, Foz do Douro, a oeste, tem dois ases culinários na manga: Pedro Lemos, com estrela Michelin, e Boa Nova Tea House, em um belo lugar sobre o Atlântico, que se destaca pelos seus pratos de peixe e marisco.
DELÍCIAS PARA LEVAR PARA CASA
Para que o sabor do Porto dure um pouco mais, pode passar pela Central Conserveira da Invicta (Rua do Bonjardim 136) a comprar peixe enlatado com um packaging design retro. Em todos os lugares vendem porto, e a maioria das lojas se ocupam de enviá-lo ao domicílio. É uma boa idéia passear pela Rua das Flores para tomar um chocolate, Chocolateria Equador, que, além disso, vende chocolate português, trufas (incluindo uma com chocolate preto e porto) e chocolates. Arcádia conta com uma longa e antiga tradição de chocolate e é um bom site para comprar bombons, chocolates com porto Calém e doces de licor de amêndoa, tudo muito bem envolvido.
E se o viajante está com vontade de deixar-se levar, o que pode apontar para um dos excelentes circuitos de meio dia de Taste Porto Food Tour, que vai descobrir o delicioso panorama gastronómico do Porto através das tascas, lojas, cafés e bares de vinhos da cidade.

Quer viajar ano que vem? Invista teu dinheiro

O orçamento apertou e esse ano não vai conceder para fazer a viagem dos seus sonhos? A gente sabe o quanto poderá ser frustador – no entanto transformando essa frustração em planejamento financeiro, tu consegue se organizar pro ano que vem.
Pra essa finalidade, o básico é – claro – economizar dinheiro. Isso se torna um pouco mais complicado se você deixa a verba reservada do mês esquecida na conta corrente, podendo desabar na tentação de usá-la com outros gastos comuns do dia-a-dia. Conservar seu dinheiro numa aplicação financeira podes ser uma solução para impedir este incidente e, de quebra, agrupar ainda mais, já que ele estará perante rentabilidade.
Confira quatro investimentos seguros para possuir uma remuneração melhor que a poupança, daqui a um ano e o quanto tu poderá resgatar caso invista R$ 500 mensais durante um ano (claro que dá para viajar com menos, no entanto dá para ter uma ideia).
Tesouro Selic
Título público vendido pelo Tesouro Direto, o Tesouro Selic paga uma remuneração equivalente à taxa que embasa os lucros praticados no Brasil. Poderá ser uma interessante possibilidade para proporcionar rentabilidade com segurança. Nessa plataforma, tu “empresta” dinheiro ao governo e, em troca, é remunerado.
Se investir prontamente, seu dinheiro terá rentabilidade de quatrorze,vinte e cinco por cento daqui a um ano, no momento em que tú for sacar e obter seu pacote de viagem. O risco de conduzir calote, dizem especialistas em finanças, é bastante miúdo.
Para investir no Tesouro, que é mais recomendado para viagens nacionais, você terá de pagar taxa de custódia de 0,3 por cento ao ano e uma taxa de corretagem, que podes voltar a 2% ao ano, dependendo da instituição. Geralmente, corretoras cobram menos taxa do que os bancos.
Tenha em mente que há cobrança de Imposto de Renda a respeito do rendimento de títulos, conforme o tempo que o investidor permanece investindo. A alíquota varia entre 22,5% para resgates em até 180 dias e quinze por cento para resgates depois de 721 dias.
Sem investir: R$ seis 1000
No Tesouro Selic: R$ 6.270,58
Fundo cambial
Se você pretende fazer uma viagem internacional, nem há como prever quanto estará valendo o dólar em um ano. Sendo assim, o fundo cambial é uma legal opção de investimento, já que protege seu dinheiro da volatilidade da moeda.
O fundo cambial tem como recurso principal o hedge cambial. Isso isto é que, além de ser composto por títulos atrelados à variação do câmbio, o fundo tem aplicações em títulos que pagam juros a respeito da oscilação da moeda – taxa chamada cupom cambial.
Em geral, o fundamental a respeito do fundo cambial é que teu gestor vai operar no mercado cambial, quer dizer, sua rentabilidade após um ano estará atrelada ao funcionamento da moeda. Se o dólar estiver em alta, você terá interessante remuneração. Se cair, seu dinheiro em reais será pequeno do que o investido inicialmente, mas nem se desespere: tú conseguirá adquirir a mesma quantidade de dólares que antes.
Como por exemplo, se o dólar tiver alta, tu terá uma sensacional remuneração. Já se o dólar despencar, ao fim, seu montante em reais será pequeno do que o investido primeiramente. Desse caso, mesmo com menos reais, tú conseguirá obter a mesma quantidade de dólares que antes.
Sem investir; R$ seis 1000
No Fundo cambial: R$ seis.290,54

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Fundo DI
Assim como este investir em um fundo cambial, apostando em um fundo DI você entrega seu dinheiro a um gestor e ele assume a seleção pelos investimentos. Ele aplicará apenas em títulos do Tesouro Direto e de bancos, que pagam a remuneração da taxa DI, a Selic das instituições privadas.
Tua taxa de administração costuma ser elevada, o que às vezes faz com que seu dinheiro no fundo DI renda menos do que no Tesouro Selic. Preste atenção, em razão de se este for o caso, podes nem ser a melhor opção para poupar com o objetivo de viajar.
Sem investir: R$ seis 1 mil
No Fundo DI: R$ seis.249,73
CDB
Ao obter um Certificado de Depósito Bancário, tu empresta dinheiro ao banco, ao invés de emprestar ao governo, como é o caso do título do Tesouro Direto. Por esse caso, sua remuneração não acompanha a taxa Selic, todavia a taxa DI, rendimento aproximado ao do juro básico.
Porém, é preciso atenção, que os bancos podem pagar bem menos do que 100% do CDI. Boas taxas só são oferecidas se você tem suficiente dinheiro e interessante confiabilidade junto à instituição.
Adquirir um CDB estreita teu relacionamento com o banco, facilitando planos futuros de financiar residência ou automóvel a taxas de juros menores. No entanto, em geral, o CDB só vale se o banco ofertar um prazeroso percentual da taxa DI.
Sem investir: R$ 6 1000
No CDB: R$ seis.216,94
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Revista Exame